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sábado, maio 28, 2011

Stellenbosch Hills Polkadraai - Pinotage / Merlot - Africa do Sul


2009.
Tinto.

Esse vinho não é Polka coisa não. Tem uma presença marcante, com aromas delicados e distintos, com frutas vermelhas, evocando cassis, couro, defumado e um leve toque picante. No decantador o aroma lembra narguile, com um toque adocicado, frutado misturado com o defumado. Simplesmente encantador.

Na boca é um vinho excelente, na medida, com taninos presentes e elegantes, corpo mediano, acidez agradável e final prolongado. Adorável.

É o típico vinho que vai melhorando durante sua degustação, que começa tímido e vai se apresentando, se tornando mais complexo e, aos poucos, mostrando seu caráter.

Combinou muito bem com o brinde: ao novo sobrinho, ao novo cliente e ao sistema de aquecimento das estufas!

Não sabemos quanto custou, pois foi presente do nosso querido irmão, Duda.

Indicamos!

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Du Toitskloof Cellar - Pinotage - África do Sul


2008.
Tinto.

Um bom vinho, bastante agradável, mas principalmente um excelente custo benefício, pelo menos nas condições que compramos: a R$ 20 no Carrefour do SIA, em Brasília. Estamos tendo boas surpresas com Pinotages Sul Africanos mais em conta.

Rubi mediano, bastante translúcido. Tem aroma discreto que evolui na decantação, com um toque de couro lembrado vagamente um merlot. Possui um retrogosto perfumado.

Na boca é sápido, alcoólico, com taninos presentes, e um leve amargor no final.  É um vinho que evolui bastante no decantador.

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Barista - Pinotage - África do Sul

2009.
Tinto.

Receita do enólogo: para cada barril de vinho, 1 saca de café, diversas barras de chocolate, um punhado de balas toffe e está pronto! É inacreditável que estes aromas venham somente das uvas. Tudo bem, sabemos que tem o carvalho na jogada, mas mesmo assim não parece ser suficiente para explicar esta explosão de aromas prosaicos.

Isso tudo porque seu impressionante aroma tem também defumado, couro, frutas, como cereja e cassis.

Na boca, o retro-gosto confirma o café, com certa persistência, harmonizando agradavelmente com sua acidez, taninos leves e corpo mediano.

Não é um vinho para ser guardado por mais de 3 anos. Ótimo custo-benefício da Mistral, por 50 reais.

Não deixe de provar esse didático vinho!

domingo, junho 06, 2010

Marcus James – Pinotage – Brasil



Serra Gaúcha, 2008.
Tinto.

Vinho básico pelo preço. Boa dica para o dia a dia. Seu aroma é vínico e na boca tem bom equilíbrio, faltando um pouco de ácido.

Temos um post de 2004 do mesmo vinho, vale a pena conferir e comparar!

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Fleur du Cap - África do Sul

2004.
Tinto, Pinotage.

Cor levemente violácea, boa estrutura aromática, com um pouco de aroma vegetal ao fundo.

Na boca apresenta os taninos em quantidade adequada, boa persistência, algo picante, com bom corpo. Um vinho potente e equilibrado.

Achamos muito bom. Pagamos 34 reais. Vale conferir...

Os vinhos Sul Africanos que tomamos nos últimos tempos foram todos uma grata surpresa. A amostragem é pequena, então podemos ter dado sorte nos últimos encontros, mas a impressão que nos deixou os vinhos do país é das melhores.

Os vinhos Sul Africanos, Australianos e Norte-Americanos costumam ter um preço um pouco superior ao patamar de consumo brasileiro, quase sempre na faixa dos 50 reais, por isso tomamos menos. Aliás, nunca tomamos um Norte-Americano, talvez por algum preconceito alimentado contra os imperadores do mundo. Mas como entre a política e a arte existe um terreno pantanoso e tenebroso, prometemos que em breve provaremos um Norte-Americano para abrir a mente...

sábado, dezembro 30, 2006

Milton Grove - África do Sul

Tinto, Pinotage e Pinot Noir.



Tomamos este vinho em um restaurante muito agradável, chamado Werner - Filés e Vinhos, que fica na 211 Sul, em Brasília. A comida é excelente e o ambiente aconchegante. Bem agradável mesmo, mas um pouco caro.

O rótulo não traz nenhuma informação sobre o ano da safra, mas nós achamos que é 2002, apoiados pelo garçom.

Tem um aroma bem interessante, de fácil percepção, fresco e herbáceo. O vinho possui pouco corpo, é um vinho para ser consumido jovem. Na boca é um vinho muito equilibrado, com acidez e adstringência perceptíveis, mas suaves. Possui um final não muito longo, mas deixa uma sensação agradável na boca após o gole. O rótulo sugere taninos metálicos, e nós concordamos, sem saber se por identificação direta ou se por sugestão do rótulo.

Tomamos acompanhando carnes vermelhas, no meu caso um filé suculento e mal passado, com molho de shitake e pimentão, muito bom por sinal, e a Anny comeu uma massa acompanhada de carne vermelha com molho de manjericão e nozes, também muito bom o prato.

Como diz um grande amigo meu: "teve bão!"

sábado, novembro 13, 2004

Marcus James - Pinotage - Brasil

2002.
Tinto.

O melhor vinho que o General Pinochet já tomou.

Um vinho tinto bem suave e pouco adstringente. Para quem não tem o paladar acostumado aos vinhos tintos secos este vinho é uma boa opção.

11 Gl.

domingo, novembro 07, 2004

Two Oceans - Pinotage - África do Sul

2003.
Tinto.

Tinto agradável e leve.
Deixa uma sensação de secura ao final do gole.

13,5 Gl.