Tinto.
Malbec e Corvina.
2007.
Aos leitores assíduos deste blogue pedimos desculpas pelas postagens escassas. Por isso mesmo não poderíamos deixar de brindar-los com esta postagem.
Este vinho foi uma grande surpresa de natal, porque esperávamos um vinho bom, posto que não foi tão barato e que compramos na Mistral, fornecedor de confiança. Mas como não foi caro esperávamos um vinho comum, como a maioria dos que tomamos. E não foi. Foi especial.
Ele foi escolhido para alguma ocasião e aberto para esta, e cumpriu de maneira primorosa o seu trabalho, de agradar aos sentidos, surpreender e encantar. Gostamos muito!
O vinho tem aroma de compota de cassis, amêndoas, ameixas maduras, mesclado com um aroma de fermentação, com toques amadeirados e de especiarias.
Bastante equilibrado na boca, com taninos marcantes, acidez agradável, amargor fino e final prolongado.
Percebe-se o álcool tanto no nariz como no paladar, mas sem incomodar. O conjunto da obra deixa o mísero detalhe comendo poeira...
Esta no auge! Tem bastante borra, dupla fermentação e as uvas Corvina são levemente passitas, o que faz o vinho lembrar o Amarone.
Foi um lindo brinde ao Natal. E nós brindamos: aos Zapatistas!
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terça-feira, dezembro 25, 2012
quarta-feira, março 02, 2011
Bolla - Valpolicella Clássico - Itália
2009.
Tinto. Corvina, Rondinella, Molinara.
Aroma interessante, frutado, um tanto alcoólico e vegetal. Na boca tem pouco corpo, taninos bem suaves, acidez acentuada e possui um final refrescante. Por sua acidez acentuada é indicado para ser tomado acompanhando uma massa com molho de tomate.
Não é uma maravilha, mas está valendo.
Tinto. Corvina, Rondinella, Molinara.
Aroma interessante, frutado, um tanto alcoólico e vegetal. Na boca tem pouco corpo, taninos bem suaves, acidez acentuada e possui um final refrescante. Por sua acidez acentuada é indicado para ser tomado acompanhando uma massa com molho de tomate.
Não é uma maravilha, mas está valendo.
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quarta-feira, janeiro 12, 2011
Frassine - Bardolino - Itália

2009.
Tinto. Corvina, Rondinella, Molinara e Negrara.
Um Bardolino barato e bom, que indicamos a compra. É um vinho bem leve e descompromissado, que acompanha bem refeições diversas e um bom papo. Seu aroma de frutas frescas é surpreendente para o tipo de vinho.
Rubi claro, translúcido e brilhante. Nariz com frutas vermelhas frescas cereja, morango, bastante agradável. Na boca tem poucos taninos, boa acidez, pouco corpo, mais ligeiro.
domingo, outubro 24, 2010
Speri - Itália
Valpolicella, 2004.
Tinto, 70% Rondinella, 20% Corvina, 5% Molinara.
É um vinho bem razoável, que já atingiu seu apogeu, e não envelhece muito mais.
Tem aroma de tabaco, herbáceo e madeira. Um vinho sápido, e a acidez do vinho combina com comida. Os taninos são leves, tem um corpo mediano a encorpado e amargor discreto e gostoso, que confere um final prolongado.
Tinto, 70% Rondinella, 20% Corvina, 5% Molinara.
É um vinho bem razoável, que já atingiu seu apogeu, e não envelhece muito mais.
Tem aroma de tabaco, herbáceo e madeira. Um vinho sápido, e a acidez do vinho combina com comida. Os taninos são leves, tem um corpo mediano a encorpado e amargor discreto e gostoso, que confere um final prolongado.
terça-feira, agosto 24, 2010
Seral - Corvina Veronese - Itália
Valpolicella, 2003.
Tinto.
Com características de envelhecido, principalmente no início.
Tem amora, madeira, fumo de corda no aroma que foi se revelando no decantador. No começo, mostrou vegetal e aroma mais ácido.
Na boca é equilibrado, com boa acidez, mas tanino que já se foi. Corpo mediano. Final razoavelmente prolongado e com retro-gosto.
Combinou bem com a refeição italiana: frango à parmegiana e pacotinni de queijo ao sugo.
quarta-feira, junho 16, 2010
Amarone della Valpolicella - Cesari - Itália
Estamos tentando tomar um Amarone ruim, mas ainda não conseguimos. Vamos seguir tentando... Já tínhamos tomado este Amarone, que é dos mais simples e acessíveis, mas é um vinho muito bom.
Amarone talvez seja nosso vinho preferido após o Borgonha.
segunda-feira, maio 03, 2010
Amarone della Valpolicella - Villa Fulvia - Itália
2002.
Tinto. Corvina e Molinara

Um vinho superior, uma experiência extremamente agradável. O Amarone é um clássico italiano, que é feito com as melhores uvas quase passas, o que resulta em um vinho encorpado e rico, amplo e complexo. Para o nosso gosto é o vinho mais fino que a Itália produz.
Rubi com reflexos "tijoláceo" e granada, límpido e brilhante. Aroma muito complexo com frutas negras, como ameixas secas ou compota de ameixas, levemente amadeirado e um pouco de defumado, com notas de chocolate e fumo de corda. Na boca é perfeito, harmônico, robusto, com acidez na medida, taninos bem presentes mas suaves, um pequeno amargor e uma persistência fantástica. Tem um rico aroma de boca e traz uma sensação meditativa.
Seu único pequeno defeito é um pouco a mais de álcool no aroma logo depois da abertura. Recomendamos um decantador e deixar descansar um pouco na taça antes de tomar, para reduzir a impressão alcoólica no aroma.
Somos fãs do Amarone, e este compramos no Empório Vignamazzi, no Center Norte - SP, por uma pechincha - para um Amarone - R$ 100. A simpática proprietária da loja nos deu um desconto de R$ 18 por ser a última garrafa e estar com o rótulo um pouco rasgado. Foi uma ótima compra.
Tinto. Corvina e Molinara
Um vinho superior, uma experiência extremamente agradável. O Amarone é um clássico italiano, que é feito com as melhores uvas quase passas, o que resulta em um vinho encorpado e rico, amplo e complexo. Para o nosso gosto é o vinho mais fino que a Itália produz.
Seu único pequeno defeito é um pouco a mais de álcool no aroma logo depois da abertura. Recomendamos um decantador e deixar descansar um pouco na taça antes de tomar, para reduzir a impressão alcoólica no aroma.
Somos fãs do Amarone, e este compramos no Empório Vignamazzi, no Center Norte - SP, por uma pechincha - para um Amarone - R$ 100. A simpática proprietária da loja nos deu um desconto de R$ 18 por ser a última garrafa e estar com o rótulo um pouco rasgado. Foi uma ótima compra.
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