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sábado, outubro 10, 2015

Quinta do Côto - Portugal

Tinto.
Douro, 2005.

É um vinho de rosca, foi abrindo depois de decantado, mas está sem as características de vinho envelhecido. Está no auge, é um vinho maduro.

Com aromas de frutas vermelhas, couro, vegetal, madeira, compota. Com acidez agradável, taninos medianos e corpo mediano, o que impressiona por ser um vinho longevo. É um vinho gastronômico.

quarta-feira, julho 22, 2015

Tons de Duorum - Douro - Portugal

2012.
Branco. Viosinho, Rabigato, Verdelho, Arinto, Moscatel Galego Branco

Um vinho surpreendente, com aromas bem interessantes, florais, lembrando flores brancas como o jasmim, e frutados, recordando o abacaxi com um toque adocicado.

Na boca é um vinho muito agradável, com um corpo mediano, final razoavelmente prolongado, bastante fino, mas faltando um pouco de acidez. Talvez se este vinho tivesse um pouco mais de acidez, estaria em um patamar superior.

Este exemplar foi tomado acompanhando um belo salmão ao forno com alcaparras, risoto de camarão com shitake, shimeji e pinhão, purê de batatas e salada de cenoura e palmito. Harmonizou perfeitamente.

Ótima aquisição, feita pela Mamãe no free-shop.

sábado, janeiro 05, 2013

Caves Santa Marta - Douro - Portugal

Tinto.
2003.

Foi um achado, no Shopping Center Norte, em SP. Compramos a última garrafa, não adianta correr. Estamos dando sorte ultimamente.

O vinho está no auge, com seus 10 anos bem vividos. No nariz é bastante amadeirado, alcoólico, lembrando licor de cereja. Na boca está bem macio, com corpo leve a mediano, taninos já estão bem suaves, mas ainda presentes, com acidez acentuada, mas agradável, sem amargor nem açúcar. É um vinho fino, com persistência moderada a longa.

Ficamos um pouco temerosos com a idade, mas o atendente falou que estava íntegro, e é fato. E ainda dura alguns anos, pelo menos mais uns 2 ou 3.

sábado, março 17, 2012

Porca de Murça - Douro - Portugal


2010.
Tinto.

É um vinho português bem básico, bastante frutado, com aroma bem franco, herbáceo, com um leve toque de baunilha.

Na boca tem acidez acentuda,  taninos medianos, corpo de mediano a leve, e um final um pouco amargo. Nāo é um vinho muito fino, mas é quase equilibrado.

Para o dia a dia temos vinhos melhores, mas nāo recomendamos evitar.

quinta-feira, dezembro 15, 2011

Dorna Velha - Douro - Portugal

2005.
Tinto, Tinta Barroca.

Aroma de frutas vermelhas maduras, com destaque para o alcoólico e um toque de couro.

Na boca é de corpo médio a encorpado, com taninos bem firmes, sensação alcoólica, amargor acentuado e boa acidez. O amargor prejudica um pouco o equilíbrio do vinho, que tem um final persistente, lembrando amêndoas.

sábado, abril 16, 2011

Familiar - Douro - Portugal

Tinto.
Sem safra.
Depois de um longo período retomamos as atividades do Blogue Vivinhos, já antevendo mais algumas bebedeiras. Em breve ilustraremos o motivo da nossa ausência com algumas receitas e harmonizações.

E já retomamos as atividades com um vinho ruim,o que vem a calhar com o espírito do blogue que, essencialmente, é evitar as compras ruins, tanto para nós, quanto para os outros.

Este vinho é bem meia boca, ou melhor, um quarto de boca. O aroma frutado, com um toque vegetal e bem alcoólico. Na boca é enjoativo, com pouco tanino, acidez correta e algum residual de açúcar.

Um vinho cansativo, que não repetiremos.

sábado, dezembro 18, 2010

Domini - Douro - Portugal

2003.
Tinto.

Um vinho da José Maria da Fonseca, e como quase todos desta vínicola é bem feito. Um vinho delicado na boca e no ponto para quem gosta de vinhos no seu auge.

No nariz apresenta aromas amadeirados, pouca fruta, caramelo e um leve toque mentolado. Na boca é um vinho de corpo mediano, bastante equilibrado e fino, pouco alcoólico e taninos bem macios.

terça-feira, setembro 14, 2010

Costa Pombal - Douro - Portugal

2008.
Tinto. Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca.

Na verdade abrimos este vinho para poder fazer Morangos Flambados com Vinho e Vodka. Uma vez aberto, vamos fazer o quê? Beber, claro.

Púrpura escuro, com reflexos violáceos. No nariz tem intensidade mediana, é frutado e vínico, com um toque de baunilha e álcool bem perceptível.

Na boca é seco, tem acidez boa e um pouco de álcool em demasia. Tem bom corpo, é equilibrado e tem persistência mediana, mas não é um vinho muito fino, ele cansa um pouco ao longo do tempo.

Não vale muito a pena não, mas não é dinheiro jogado fora. O próximo vinho é uma dica bem melhor.

sábado, junho 12, 2010

Conversa - Douro - Portugal

2007.
Tinto.

Seu aroma tem groselha e madeira. Na boca é persistente e equilibrado. Gostamos do vinho!

É da Mistral.

Vale contar: seu rótulo é divertido, é um quadrinhos: o sommelier oferece o vinho - "Quer provar este vinho?" - "Vamos a isso." - "E então?"- "Gosto!" - "Não tem mais nada para dizer?" - "Que quer que lhe diga?" - "Fale-me sobre os taninos, por exemplo." - "Os taninos!? Não sei quem são esses." - "Mas, se quer saber, digo-lhe que os taninos estão presentes mas não são agressivos." - "Ainda bem, não me apetecia nada andar para aí à pancada!..."

quinta-feira, junho 03, 2010

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo - Portugal



Douro, 2004.
Tinto, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Amarela.

Seu aroma é bem característico dos vinhos portugueses do Douro, com fruta madura, mas sem exagerar como nos vinhos do novo mundo.

Na boca é bem equilibrado, com boa persistência. Deixa aquele gostinho de quero mais.

Gostamos do vinho! Foi comprado na Art Du Vin, Brasília.

Curiosidade: o produtor desse vinho faz enoturismo, tendo o primeiro hotel "vínico" do país, desde 2005: Hotel Rural Quinta Nova. A adega vinifíca desde 1764.

quinta-feira, maio 13, 2010

Flor de Crasto - Portugal



Douro, 2008.
Tinto, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca.

Craro, um vinho bem feito! Um tanto alcoólico no aroma. Púrpura com reflexos violáceos. Aroma vínico e frutado, com ameixa e um pouquinho de baunilha, notas adocicadas. Bom corpo, mas muito jovem.

É um vinho básico para acompanhar comidas um pouco mais fortes, mais condimentadas.

terça-feira, abril 20, 2010

Van Zellers - Portugal

Douro, 2007
Tinto

Lá vai: achamos alcoólico no aroma e paladar, mesmo decantando. Bastante frutado, também no aroma e paladar. Talvez esteja ainda muito jovem. Bem vinificado, é um bom vinho, mas temos outra preferência de estilo.

domingo, abril 18, 2010

Duorum - Portugal

Portugal, Douro, 2007
Tinto

Tomamos na mesma noite que a postagem anterior, em fantástica companhia. Um vinho encorpado, com aroma vegetal, com frutas pretas e violeta, um pouco floral.

Na boca é consistente, encorpado, pleno. Persistente, com final amargo e tânico. Aliás os taninos e a acidez permitem um bom envelhecimento, de pelo menos uns 4 ou cinco anos. Vai melhorar com o tempo, certamente.

É a primeira safra do Duorum, que acabou de chegar em Brasília e é a primeira garrafa aberta pelo Marquinho, talvez a primeira na cidade. Uma honra para todos nós.

Jantar inesquecível.

segunda-feira, março 05, 2007

Pousada - 1999 - Portugal

Douro.
Tinto.

Frutado, mas um pouco fedido. Aroma vivo, alcoólico, levemente amadeirado.

Na boca é levemente ácido. Sem nada de especial, um vinho mediano.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Coroa D'ouro - Poças - Portugal

Douro, 2000.
Tinto.


Aroma vínico simples, levemente ácido, o que confere algum frescor. Bem basicão, não tem nada de especial, mas não fala mal de ninguém.

Tomamos em Recife, na casa de Titia.



sábado, dezembro 23, 2006

Muros de Vinha Reserva - Portugal

Douro, 1999.
Tinto, provavelmente Touriga Nacional com Tinta Roriz ou Tinta Cão ou Tinta Barroca.

Provavelmente porque este é um Douro e essas são as uvas dessa região de Portugal...

Os vinhos portugueses sempre são bem vindos em nossa mesa. Por terem um grande controle de qualidade e padronização, os portugueses são impecáveis ou melhor, totalmente pecáveis, para se esbaldar!
Recentemente, décadas de 80 e 90, Portugal investiu bastante na modernização de suas vinícolas, que são mais seculares e tradicionais do que a maioria das francesas!!

Bom, voltando ao vinho em taça, tem um pouco de especiaria, além do aroma vínico comum em portugueses. Concordamos com o rótulo: "na boca, surge encorpado com taninos firmes e excelente acidez".