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domingo, dezembro 10, 2017

Salton Desejo - Brasil



Merlot, 2008
Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul

O vinho está no auge, com aromas complexos e generosos.
Frutas vermelhas maduras, cassis, hortelã, madeira, fumo de corda.
Na boca é mediano a encorpado, com taninos e acidez excelentes! No começo não apareciam os taninos, parecia um vinho magro, mas após a decantação, o vinho apareceu!!
Cor rubi com reflexos de tijolo.

Sem defeitos! Perfeito!

sábado, outubro 17, 2015

Casa Valduga - Villa Lobos - Gran Reserva


2006, tinto.
Cabernet Sauvignon.

É um vinho rubi com reflexos alaranjados, não parece que tem 9 anos, ainda dura uns 5 anos, pelo menos.

Seu aroma não é mágico. Tem grama molhada, mentolado, pimentão, tostado, madeira, frutas vermelhas.

Na boca é perfeito, taninos bem estruturados, na medida. Boa acidez e amargor acentuado, mas que não distoa, dando boa persistência.

Não percebe-se o álcool nem no aroma, nem na boca.

Harmônico.

domingo, setembro 13, 2015

Mathilde - França

França.
2011, tinto.

Tem aroma de frutas vermelhas, floral, especiarias, bem complexo.

Na boca tem amargor acentuado, com boa acidez, taninos bem presentes, retrogosto de tostado e chocolate, boa persistência. Tem potencial de guarda.




sábado, agosto 15, 2015

Francis Coppola - Blue Label - EUA

Califórnia, tinto.
Merlot, 2004.

Esse vinho de 11 anos apresenta-se com algumas características de vinho envelhecido, como a borra, reflexos alaranjados. Seu auge começou no ano passado, é para ser degustado hoje, ainda vai até o ano que vem...

A cor é rubi com os reflexos tijoláceos, o aroma é amadeirado, fumo de corda, frutas vermelhas, compota, grama cortada.

Na boca apresenta-se com bons taninos, a acidez já começou a decair, discreto amargor, mas ainda é equilibrado e persistente.



sábado, agosto 09, 2014

Loma Larga - Cabernet Franc - Chile



Vale de Casablanca. 2006.
Tinto.

Um grande vinho chileno.
Seus 14,5º de teor alcóolico ainda estavam bem presentes, sendo pequeno 'defeito' do vinho, mas também sinal de que ainda pode ir longe, talvez mais uns 5 anos.

O aroma apresenta-se complexo com anis, cassis, frutas vermelhas, vegetal, manjericão, ervas, frescor, mas também fumo de corta, chocolate, defumado.

Na boca está muito harmônico, com acidez acentuada, mas na medida, taninos bem presentes, residual amargo no limite, encorpado, com final prolongado.

Adoramos!!

Dos amigos da Adega do Vinho, de Brasília.

domingo, julho 27, 2014

Bouchard Père & Fils / Nuits-Saint-Georges - Borgonha - França

Château de Beaune. Côte-d'Or
2008.


Poesia em forma de vinho. Um Borgonha.

Um vinho chegando no auge, que aguenta bem mais um 3, 4 ou mais anos. Um belíssimo vinho, com aromas de frutas vermelhas, compota, madeira, e toques florais intensos, lembrando rosas.

Na boca é harmônico, com taninos marcantes, sem exageros, acidez na medida, e corpo leve, como se deve esperar de um Côte-d'Or. É um vinho sensual e feminino, para ser apreciado sem pressa, em ocasiões em que o vinho é o centro das atenções.

Este acompanhou arroz, creme de milho e frango incrementado com creme de cebola, alho-poró, alcaparras e uvas passas.

Pena que acaba.

domingo, outubro 14, 2012

Monthelie - Puligny Montrachet - França

2005.
Borgonha. Tinto.
Cassis, cereja e frutas vermelhas frescas abrem-se em um vinho claro, translúcido e brilhante. Vinho perfeito, harmônico, elegante, corpo leve, taninos discretos e firmes, acidez exata. O final é longo e marcante, com leve amargor e sabor persistente. Seus 7 anos de vida não se manifestam.
Os aromas complexos evocam a típica lembrança de bala soft, fequentemente associada aos Borgonhas, com um leve toque amadeirado e defumado. É um vinho deslumbrante, para ser apreciado gota a gota.
Um vinho comemorativo que estava esperando sua vez chegar. E chegou. Bem vindo seja!

quinta-feira, novembro 18, 2010

Domaine de la Grangerie Givry - Borgonha - França


França. 2002.

Aroma bem complexo, com madeira, defumado, tabaco e cassis, bem amplo, persistente. Na boca é bastante equilibrado, com taninos bem macios, acidez correta e um amargor acentuado, mas sem forçar a mão.

Já está com sinais de envelhecimento, mas está excelente. Na cor, no nariz e na boca já é possível perceber o envelhecimento. Não deve ser guardado nem mais um dia.

terça-feira, outubro 26, 2010

Oliver Guyot - Borgogne - França


Marsannay la côte, 2005.
Tinto.

Aromas de cereja, romã, maçã (do amor) e caramelo, com um pouquinho de mentolado. Tem retrogosto de pitanga.

Bem equilibrado, os taninos estão na medida. É um vinho tânico e de corpo levíssimo. O álcool está presente, mais no paladar. Tem final longuíssimo.

Borgonha é nossa preferência. É bom para calibrar a boca e o olfato!

segunda-feira, outubro 11, 2010

El Albar - Toro - Espanha

2006.
Tinto, Tempranillo.

Rubi escuro, brilhante. Aroma de especiarias, frutas vermelhas, compota, couro, menta, cânfora e com álcool perceptível, mas não exagerado.

Na boca é picante, com taninos firmes, amplo e com bom corpo. É harmônico, tem final prolongado e agradável. um vinho excelente.

Muito jovem, envelhece bem por mais alguns bons anos.

sexta-feira, outubro 01, 2010

De Colonial Estate - Shiraz - Austrália

2006.
Tinto.

Foi o último a ser degustado no grupo do dia 23.

Muitos elegeram o melhor da noite e foi o que ficou com a maior média de pontos.
Minha avaliação foi de 82,5.

Não aprensentou coloração violácea típica de shiraz, mas era escuro.

Seu aroma também começou mais fechado e foi evoluindo. Salame, pimentão, alcoólico.

Seu álcool também estava perceptível na boca. Não passou por filtração e também é de faixa de preço mais acima.

quinta-feira, setembro 30, 2010

Domaine de la Perruche - Cabernet Franc - França

Loire, 2009.
Tinto.

O quarto vinho da degustação com o grupo ABS, dia 23. Muito bom vinho, mas para mim, acabou perdendo um pouco de pontos pela presença do álcool. Muito jovem, ele merece evoluir mais na garrafa.

Percebemos aromas muito interessantes como rosas, lácteo, manteiga. Também agradou ao grupo. Não sei o valor, mas está numa faixa de preço mais acima.

Ciclos Gladiator - Pinot Noir - EUA

Califórnia, 2005.
Tinto.

Terceiro vinho da degustação do dia 23 e para o meu gosto, foi o melhor da noite.

Como gosto muito de borgonha, gostei desse vinho por ter estilo borgonhês. Seu aroma começou bem fechado, pede pelo menos uns 20min de decantador e foi abrindo para leve goiabada e terra molhada, um pouco de compota.

Foi minha maior pontuação, mas o grupo não achou o melhor da noite. O Guilherme trouxe dos EUA por 11 dólares, aqui está por 110,00 reais.

domingo, setembro 12, 2010

Laura Hartwig Reserva - Merlot - Chile

Vale do Colchagua. 2004.
Tinto.

Um vinho muito bem feito, como parecem ser todos deste produtor. Gostamos bem mais do Cabernet, mas este é um belíssimo vinho. Acho que ele precisava descansar muito mais tempo no decantador, pois os aromas não estavam abertos, e um tanto quanto discretos. É muito comum o vinho com aroma discreto abrir depois de decantar mais de 40 minutos ou 1 hora. Este tomamos com pouco tempo de decantador e acho que perdemos boa parte do seu potencial.

Nos aromas encontramos frutas vermelhas frescas e café, mas sem muita volúpia. Na boca ele é muito equilibrado, com acidez gostosa e bastante taninos, que sugere alguns anos de envelhecimento ainda.

Foi uma cortesia do Carlão e pode ser adquirido na Adega do Vinho, no Sudoeste e no SIA, em Brasília.

Loma Larga - Malbec - Chile

Vale de Casablanca. 2006.
Tinto.

É um excelente vinho, que custa mais de R$ 100, mas vale a pena conferir. Nos disseram que o Loma Larga Cabernet Franc é o melhor da linha, e nós ficamos muito curiosos, pois este já é uma delícia.

É um bonito vinho de cor púrpura, com aromas vivos de frutas vermelhas bem maduras, com algum amargor e defumado, talvez salame. Na boca é harmônico, longo, finíssimo, ótimo corpo, taninos firmes mas sem incomodar e acidez na medida. Já está bom para beber, mas dá para envelhecer uns bons anos ainda.

Este vinho foi uma cortesia do Carlão, e pode ser encontrado na Adega do Vinho em Brasília. É uma compra interessante, mas não surpreendente.

sexta-feira, julho 30, 2010

Quinta da Bacalhoa - Portugal


Terras do Sado, 2007.
Tinto, Cabernet Sauvignon e Merlot.

Aroma de frutas roxas, notadamente ameixa; aroma de madeira bem destacado, ao evoluir lembra um pouco salgado, revelando uma vocação para o bacalhau e para o mar. O aroma é um pouco discreto, deve decantar pelo menos uns 20 minutos para deixar os aromas mais volúveis. Na boca é muito saboroso, com deliciosa acidez, amargor agradável, taninos acentuados sem ser desagradáveis. Final bastante longo. Pode envelhecer bem.

Um vinho sem castas autóctones, com corte quase bordales, mas que se expressa muito bem na região. É uma demonstração clara do potencial de Portugal para os vinhos, pois é um novo português com estilo de clássico.

Ao tomarmos pensamos: esse vinho nos desagrada em algum aspecto? Não, em nenhum. Talvez deixe um pouco a desejar por ter o aroma um tanto discreto. Mas será que a generosidade de aromas não são performances para nossa distração? Sempre esperamos muito aroma. Sempre! Sobre um bom vinho cabe perguntar: falta aroma? Este não falta. Não abunda, mas não falta!

quarta-feira, julho 07, 2010

Carabantes – Chile



2003.
Tinto, Syrah.

Vinho maravilhoso!! Do produtor Viña von Siebenthal.

Seu aroma tem cereja, madeira, especiarias. É herbáceo, levemente defumado e salgado.

Na boca, seu tanino está na medida, sua acidez é ótima e o final, bem longo com pequeno amargor.

É harmônico.

Na Adega do Vinho, Sudoeste, Brasília.

quarta-feira, junho 16, 2010

Amarone della Valpolicella - Cesari - Itália


Estamos tentando tomar um Amarone ruim, mas ainda não conseguimos. Vamos seguir tentando... Já tínhamos tomado este Amarone, que é dos mais simples e acessíveis, mas é um vinho muito bom.

Cor rubi escuro. No nariz é bem agradável, apesar de não ser muito intenso, lembra ameixa, couro e vegetal. Na boca é harmônico, encorpado, carnudo e longo.

Amarone talvez seja nosso vinho preferido após o Borgonha.

sexta-feira, maio 07, 2010

Guy Saget - Sancerre - França

Loire, 2004.
Branco. Sauvignon Blanc.

Tomamos acompanhando sushi, salmão cru picadinho e temperado, cogumelos na manteiga e ervilha virada levemente refogada, "ao dente". Há quem diga que comida japonesa é de difícil harmonização, mas esta mistura caiu bem para nós.

Na nossa opinião o Loire é a melhor das menos famosas regiões da França. Adoramos seus vinhos. Este branco é brilhante, amarelo ouro com fortes reflexos esverdeados. Aroma de frutas cítricas, lembrando abacaxi, limão, um pouco de maracujá, e também tem hortelã. É um aroma direto e intenso, razoavelmente persistente.

Na boa é muito harmônico, com acidez na medida e um final longo. Um vinho muito bom, e apesar de ser um branco de 6 anos está muito longe de ser um vinho em decadência. Com esta acidez vívida, este vinho ainda aguenta mais alguns anos em boa forma.

Sem dúvida um vinho de primeira qualidade, muito bem feito e que agrada qualquer amante da arte.