2010.
Tinto. Cabernet Sauvignon, Sirah e Merlot.
Um vinho agradável, mas bastante comum. Pode ser tomado no dia a dia, mas não em uma ocasião especial, como se fosse um bom vinho.
No aroma é fresco, verde e picante, de maneira direta e voluptuosa. Na boca é picante, ácido talvez em demasia e com taninos discretos. Tem persistência mediana, mas não muito agradável.
Não sabemos o preço, pois ganhamos, mas não deve ser uma boa compra.
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quarta-feira, dezembro 25, 2013
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Du Toitskloof Cellar - Pinotage - África do Sul
2008.
Tinto.
Um bom vinho, bastante agradável, mas principalmente um excelente custo benefício, pelo menos nas condições que compramos: a R$ 20 no Carrefour do SIA, em Brasília. Estamos tendo boas surpresas com Pinotages Sul Africanos mais em conta.
Rubi mediano, bastante translúcido. Tem aroma discreto que evolui na decantação, com um toque de couro lembrado vagamente um merlot. Possui um retrogosto perfumado.
Na boca é sápido, alcoólico, com taninos presentes, e um leve amargor no final. É um vinho que evolui bastante no decantador.
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sexta-feira, dezembro 10, 2010
Barista - Pinotage - África do Sul
2009.
Tinto.
Receita do enólogo: para cada barril de vinho, 1 saca de café, diversas barras de chocolate, um punhado de balas toffe e está pronto! É inacreditável que estes aromas venham somente das uvas. Tudo bem, sabemos que tem o carvalho na jogada, mas mesmo assim não parece ser suficiente para explicar esta explosão de aromas prosaicos.
Isso tudo porque seu impressionante aroma tem também defumado, couro, frutas, como cereja e cassis.
Na boca, o retro-gosto confirma o café, com certa persistência, harmonizando agradavelmente com sua acidez, taninos leves e corpo mediano.
Não é um vinho para ser guardado por mais de 3 anos. Ótimo custo-benefício da Mistral, por 50 reais.
Não deixe de provar esse didático vinho!
Tinto.
Receita do enólogo: para cada barril de vinho, 1 saca de café, diversas barras de chocolate, um punhado de balas toffe e está pronto! É inacreditável que estes aromas venham somente das uvas. Tudo bem, sabemos que tem o carvalho na jogada, mas mesmo assim não parece ser suficiente para explicar esta explosão de aromas prosaicos.
Isso tudo porque seu impressionante aroma tem também defumado, couro, frutas, como cereja e cassis.
Na boca, o retro-gosto confirma o café, com certa persistência, harmonizando agradavelmente com sua acidez, taninos leves e corpo mediano.
Não é um vinho para ser guardado por mais de 3 anos. Ótimo custo-benefício da Mistral, por 50 reais.
Não deixe de provar esse didático vinho!
terça-feira, setembro 07, 2010
Danie Waet - Chardonnay - África do Sul
2009.
Branco.
Não apresenta a tipicidade de um Chardonnay, principalmente na boca, pois falta corpo e acidez. Não deixa de ser um vinho interessante, mas não é um vinho que eu compraria com entusiasmo. O rótulo é lindo. A pontuação do grupo de degustação girou em torno de 82 pontos.
Verdeal, com boa cor. Aroma intenso, cítrico, lembrando abacaxi e limão, com presença de mel e um leve toque floral. Na boca faltou acidez, deixando um pouco a desejar em relação ao equilíbrio, com boa intensidade e muita persistência.
Branco.
Não apresenta a tipicidade de um Chardonnay, principalmente na boca, pois falta corpo e acidez. Não deixa de ser um vinho interessante, mas não é um vinho que eu compraria com entusiasmo. O rótulo é lindo. A pontuação do grupo de degustação girou em torno de 82 pontos.
Verdeal, com boa cor. Aroma intenso, cítrico, lembrando abacaxi e limão, com presença de mel e um leve toque floral. Na boca faltou acidez, deixando um pouco a desejar em relação ao equilíbrio, com boa intensidade e muita persistência.
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quinta-feira, agosto 26, 2010
StellCape - África do Sul
2009.
Tinto, Shiraz, Merlot, Cabernet Sauvignon.
É um vinho que qualidade mediana, agradável, encontrado no Carrefour por R$ 33. Por uma faixa de preço menor é possível levar italianos e portugueses com qualidade semelhante ou superior. Aliás, na mesma faixa de preço no mesmo supermercado o Beaujolais é uma compra melhor.
Rubi, aroma alcoólico, onde nota-se cereja, pimentão e especiarias. Na boca muito álcool, pouco tanino, pouca acidez e leve amargor, ou seja não é um vinho que podemos chamar de equilibrado. Corpo mediano e persistência mediana.
Tinto, Shiraz, Merlot, Cabernet Sauvignon.
É um vinho que qualidade mediana, agradável, encontrado no Carrefour por R$ 33. Por uma faixa de preço menor é possível levar italianos e portugueses com qualidade semelhante ou superior. Aliás, na mesma faixa de preço no mesmo supermercado o Beaujolais é uma compra melhor.
Rubi, aroma alcoólico, onde nota-se cereja, pimentão e especiarias. Na boca muito álcool, pouco tanino, pouca acidez e leve amargor, ou seja não é um vinho que podemos chamar de equilibrado. Corpo mediano e persistência mediana.
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domingo, agosto 08, 2010
Two Oceans - Chardonnay - África do Sul
2009.
Branco.
Abrimos os afazeres do fim de semana com esse vinho!!
Ele tem aroma frutado, mas não muito amplo. Tem abacaxi também. Na boca, falta um pouco de ácido e não é encorpado.
Um vinho razoável.
Branco.
Abrimos os afazeres do fim de semana com esse vinho!!
Ele tem aroma frutado, mas não muito amplo. Tem abacaxi também. Na boca, falta um pouco de ácido e não é encorpado.
Um vinho razoável.
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domingo, abril 18, 2010
Guardian Peak - Frontier - África do Sul
África do Sul, 2006
Tinto, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Merlot
É o vinho preferido do Capitão Caverna.
Um vinho forte, encorpado e um tanto pesado. Tem 14,5º de álcool, que não é perceptível no aroma, que é muito expressivo, com presença de couro e madeira.
Na boca é um vinho pesado, com um corpo muito denso e um pouco cansativo. Bastante tânico e com um amargo interessante. Não falta acidez, mas é realmente forte, adequado para os paladares mais brutos e truculentos.
Tinto, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Merlot
É o vinho preferido do Capitão Caverna.
Um vinho forte, encorpado e um tanto pesado. Tem 14,5º de álcool, que não é perceptível no aroma, que é muito expressivo, com presença de couro e madeira.
Na boca é um vinho pesado, com um corpo muito denso e um pouco cansativo. Bastante tânico e com um amargo interessante. Não falta acidez, mas é realmente forte, adequado para os paladares mais brutos e truculentos.
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sábado, maio 19, 2007
La Motte - África do Sul e Tamaya - Chileno
La Motte:
2002.
Tinto, Shiraz.
Escuro, com pouca borra, aparência de velho, amadeirado, tostado e com boa complexidade. Na boca levemente ácido e adstringente, mas com elegância e maturidade.
Bom vinho, complexo e agradável, exemplificando bem o que é um vinho envelhecido em barril de carvalho.
Tamaya:
2004.
Tinto, Merlot, Sangiovese.
Bem simples, um pouco rascante, adstringente, mas bonito e claro. Um chileno barato melhor que os "fruit bomb" mas não passa muito de um vinho honesto.
Pelo preço pode até valer a pena em um almoço descompromissado.
2002.
Tinto, Shiraz.
Escuro, com pouca borra, aparência de velho, amadeirado, tostado e com boa complexidade. Na boca levemente ácido e adstringente, mas com elegância e maturidade.
Bom vinho, complexo e agradável, exemplificando bem o que é um vinho envelhecido em barril de carvalho.
Tamaya:
2004.
Tinto, Merlot, Sangiovese.
Bem simples, um pouco rascante, adstringente, mas bonito e claro. Um chileno barato melhor que os "fruit bomb" mas não passa muito de um vinho honesto.
Pelo preço pode até valer a pena em um almoço descompromissado.
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segunda-feira, março 05, 2007
Obikwa - Cabernet Sauvignon - África do Sul
2005.
Tinto.
Aroma vínico bem aparente, algo herbáceo, com um fundo de frutas vermelhas.
Na boca levemente picante e ácido, o que dá a sensação de potência, com final razoável. No geral, um pouco agressivo.
O vinho evolui durante a degustação, o que é um bom sinal. Em certo momento, aparece resquícios de açúcar.
É um vinho interessante para quem gosta de cabernet. Não é um vinho fantástico, mas é bem razoável.
Tinto.
Aroma vínico bem aparente, algo herbáceo, com um fundo de frutas vermelhas.
Na boca levemente picante e ácido, o que dá a sensação de potência, com final razoável. No geral, um pouco agressivo.
O vinho evolui durante a degustação, o que é um bom sinal. Em certo momento, aparece resquícios de açúcar.
É um vinho interessante para quem gosta de cabernet. Não é um vinho fantástico, mas é bem razoável.
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segunda-feira, janeiro 29, 2007
Tribal - África do Sul
Branco.
Suave, pouco corpo, frutado, refrescante e razoavelmente equilibrado. Um vinho simples, sem pretensões, para tomar sem atenção. Não vem informado a uva e o ano, mas achamos que é feito com Riesling.
Suave, pouco corpo, frutado, refrescante e razoavelmente equilibrado. Um vinho simples, sem pretensões, para tomar sem atenção. Não vem informado a uva e o ano, mas achamos que é feito com Riesling.
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terça-feira, janeiro 23, 2007
Out Of Africa - África do Sul
2004.
Tinto, Shiraz.
Aroma bem aberto, vinico, levemente herbáceo.
Equilibrado, de corpo medio a encorpado, com um belo final na boca, um pouco rispido, com um toque levemente amargo, que confere personalidade.
O álcool é perceptivel, mas não exagerado.
De maneira geral é um vinho de qualidade muito boa, daqueles que torcemos para não acabar logo.
Tinto, Shiraz.
Aroma bem aberto, vinico, levemente herbáceo.
Equilibrado, de corpo medio a encorpado, com um belo final na boca, um pouco rispido, com um toque levemente amargo, que confere personalidade.
O álcool é perceptivel, mas não exagerado.
De maneira geral é um vinho de qualidade muito boa, daqueles que torcemos para não acabar logo.
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segunda-feira, janeiro 15, 2007
Fleur du Cap - África do Sul
2004.Tinto, Pinotage.
Cor levemente violácea, boa estrutura aromática, com um pouco de aroma vegetal ao fundo.
Na boca apresenta os taninos em quantidade adequada, boa persistência, algo picante, com bom corpo. Um vinho potente e equilibrado.
Achamos muito bom. Pagamos 34 reais. Vale conferir...
Os vinhos Sul Africanos que tomamos nos últimos tempos foram todos uma grata surpresa. A amostragem é pequena, então podemos ter dado sorte nos últimos encontros, mas a impressão que nos deixou os vinhos do país é das melhores.
Os vinhos Sul Africanos, Australianos e Norte-Americanos costumam ter um preço um pouco superior ao patamar de consumo brasileiro, quase sempre na faixa dos 50 reais, por isso tomamos menos. Aliás, nunca tomamos um Norte-Americano, talvez por algum preconceito alimentado contra os imperadores do mundo. Mas como entre a política e a arte existe um terreno pantanoso e tenebroso, prometemos que em breve provaremos um Norte-Americano para abrir a mente...
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sábado, dezembro 30, 2006
Milton Grove - África do Sul
Tinto, Pinotage e Pinot Noir.

Tomamos este vinho em um restaurante muito agradável, chamado Werner - Filés e Vinhos, que fica na 211 Sul, em Brasília. A comida é excelente e o ambiente aconchegante. Bem agradável mesmo, mas um pouco caro.
O rótulo não traz nenhuma informação sobre o ano da safra, mas nós achamos que é 2002, apoiados pelo garçom.
Tem um aroma bem interessante, de fácil percepção, fresco e herbáceo. O vinho possui pouco corpo, é um vinho para ser consumido jovem. Na boca é um vinho muito equilibrado, com acidez e adstringência perceptíveis, mas suaves. Possui um final não muito longo, mas deixa uma sensação agradável na boca após o gole. O rótulo sugere taninos metálicos, e nós concordamos, sem saber se por identificação direta ou se por sugestão do rótulo.
Tomamos acompanhando carnes vermelhas, no meu caso um filé suculento e mal passado, com molho de shitake e pimentão, muito bom por sinal, e a Anny comeu uma massa acompanhada de carne vermelha com molho de manjericão e nozes, também muito bom o prato.
Como diz um grande amigo meu: "teve bão!"

Tomamos este vinho em um restaurante muito agradável, chamado Werner - Filés e Vinhos, que fica na 211 Sul, em Brasília. A comida é excelente e o ambiente aconchegante. Bem agradável mesmo, mas um pouco caro.
O rótulo não traz nenhuma informação sobre o ano da safra, mas nós achamos que é 2002, apoiados pelo garçom.
Tem um aroma bem interessante, de fácil percepção, fresco e herbáceo. O vinho possui pouco corpo, é um vinho para ser consumido jovem. Na boca é um vinho muito equilibrado, com acidez e adstringência perceptíveis, mas suaves. Possui um final não muito longo, mas deixa uma sensação agradável na boca após o gole. O rótulo sugere taninos metálicos, e nós concordamos, sem saber se por identificação direta ou se por sugestão do rótulo.
Tomamos acompanhando carnes vermelhas, no meu caso um filé suculento e mal passado, com molho de shitake e pimentão, muito bom por sinal, e a Anny comeu uma massa acompanhada de carne vermelha com molho de manjericão e nozes, também muito bom o prato.
Como diz um grande amigo meu: "teve bão!"
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domingo, novembro 14, 2004
Oracle - Chardonnay - África do Sul
2002.
Branco, Chardonnay.
Um pouco adstringente, mas com bom aroma. Um vinho honesto.
13 Gl.
Branco, Chardonnay.
Um pouco adstringente, mas com bom aroma. Um vinho honesto.
13 Gl.
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domingo, novembro 07, 2004
Two Oceans - Pinotage - África do Sul
2003.
Tinto.
Tinto agradável e leve.
Deixa uma sensação de secura ao final do gole.
13,5 Gl.
Tinto.
Tinto agradável e leve.
Deixa uma sensação de secura ao final do gole.
13,5 Gl.
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