Tinto. Gamay e Tempranillo.
2010.
O Chateu Ksara é uma ótima vinícola libanesa, que faz vinhos de boa qualidade. Este tem ótima acidez e é bom para acompanhar massas com molho de tomate e carnes grelhadas.
É um vinho rubi claro, límpido e translúcido. Aromas frutados, lembrando goiaba madura, com toque floral e especiarias, mas com álcool bem perceptível.
Na boca é um vinho de corpo leve, taninos destacados, acidez acentuada e com leve amargor. É um vinho bastante fino, equilibrado, com boa persistência e final agradável, mas percebe-se o álcool na boca também.
Boa opção na Empório Europa, Bragança Paulista.
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quarta-feira, janeiro 23, 2013
quarta-feira, outubro 27, 2010
Chateau des Vierres - Beaujolais - França
2007.
Tinto.
O aroma é frutado, mas suave e intenso. Apresenta um pouco de álcool.
No paladar é ácido.
Beaujolais é o vinho preferido de nosso querido Itatiba e esse exemplar foi para comemorar seu novo emprego. Parabéns pela conquista!
quarta-feira, setembro 15, 2010
Abel Pinchard - Beaujolais - França
2009.
Tinto. Gamay.
Ganhou 78 pontos na nossa análise. Rubi claro, com reflexos violáceos e boa cor. Aroma fino, nítido de frutas sem muita intensidade, mas o suficiente para sentir facilmente.
Na boca é seco, sápido, mas poderia ser um pouco mais ácido e tem corpo leve e macio, com pouco tanino, mas perceptível. É razoavelmente equilibrado e persistente.
Um vinho bem descompromissado, que é agradável, mas não atende aos paladares mais exigentes, se estes estiverem esperando um bom representante dos vinhos franceses. No entanto pelo preço está valendo
Tinto. Gamay.
Ganhou 78 pontos na nossa análise. Rubi claro, com reflexos violáceos e boa cor. Aroma fino, nítido de frutas sem muita intensidade, mas o suficiente para sentir facilmente.
Na boca é seco, sápido, mas poderia ser um pouco mais ácido e tem corpo leve e macio, com pouco tanino, mas perceptível. É razoavelmente equilibrado e persistente.
Um vinho bem descompromissado, que é agradável, mas não atende aos paladares mais exigentes, se estes estiverem esperando um bom representante dos vinhos franceses. No entanto pelo preço está valendo
domingo, junho 20, 2010
Abel Pinchard - Beaujolais - França
2008.
Tinto. Gamay.
R$ 30 no Carrefour. Boa relação custo benefício.
É rubi com reflexos violáceos. Aroma frutado discreto com notas de cereja. Corpo leve, macio e ligeiro, falta um pouco de acidez.
É um vinho muito agradável, leve e adequado para tomar em reuniões alegres.
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sábado, junho 05, 2010
Almadén – Rosé – Brasil
Rio Grande do Sul, 2008.
Gamay.
Pelo preço, está ótimo (9,90)... Os comentários são resumidos em: “bem docinho”.
É uma boa dica para quem está começando a conhecer o vasto mundo dos vinhos. Os vinhos muito robustos e tânicos não agradam o paladar das pessoas que não degustam com tanta frequência: vinhos brancos mais leves e suaves, assim como os roses serão melhores apreciados. Em 2004, nossas preferências eram os Almadéns brancos e roses!!
terça-feira, junho 01, 2010
Barton & Guestier – Beaujolais – França
2008.
Tinto, Gamay.
Um vinho rubi e translúcido.
Em seu aroma, percebemos frutas vermelhas frescas e um resquício de banana. Achamos um pouco alcoólico no aroma.
Sua acidez é quase baixa, mas deixou boa sensação.
Acompanhou bem o molho branco com Shimeji da massa do almoço de domingo!
Tinto, Gamay.
Um vinho rubi e translúcido.
Em seu aroma, percebemos frutas vermelhas frescas e um resquício de banana. Achamos um pouco alcoólico no aroma.
Sua acidez é quase baixa, mas deixou boa sensação.
Acompanhou bem o molho branco com Shimeji da massa do almoço de domingo!
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segunda-feira, março 05, 2007
Romane Dóle Duvalais - Suiça
Tinto, 60% Pinot Noir e 40% Gamay.
Não tem o ano descrito no rótulo, mas parece velho, pela rolha, pelo aroma e pela cor. Com bordas claras, vermelho escuro terra. Aroma muito complexo, com chocolate, café, charuto, e sei lá mais o que. Simplesmente empolgante na primeira "cafungada". Aliás, já nos empolgamos ao cheirar a rolha! O aroma é totalmente intrigante, diferente, forte, marcante. As palavras são poucas para descrever este momento. Só o vinho pode proporcionar estas emoções, de fato!
Na boca é um pouco ácido, o que deve se justificar pela idade, mas é elegante e muito interessante. Mesmo que fosse péssimo já seria uma experiência fantástica, só pelo aroma ímpar. Mas por pura sacanagem de baco, o vinho é bom. Está um um pouco velho, mas ainda em forma, esbelto. Este vinho maduro deve ter sido simplesmente apaixonante.
Os grandes vinhos da Borgonha são resultantes da expansão da ordem católica de Cîtaux, monges vinicultores e, simetricamente, a própria expansão da ordem se deve à qualidade do vinho que eles produziam. Estes monges promoveram várias das mais modernas técnicas de vinificação, tal como a implantação do conceito de Cru, a separação de algumas partes do vinhedo para a produção dos melhores vinhos, e a poda das maiores folhas dos pés, para que os cachos pudessem pegar mais sol, entre outras. Eles levaram vinhos para diversas regiões da Europa e do mundo, junto com a expansão da ordem religiosa, inclusive para a Suiça. E suas cepas também, isso fica claro neste vinho, que é feito de Pinot Noir e Gamay. Agradecemos aos monges pelo seu trabalho religioso... de louvar a Baco!
Não tem o ano descrito no rótulo, mas parece velho, pela rolha, pelo aroma e pela cor. Com bordas claras, vermelho escuro terra. Aroma muito complexo, com chocolate, café, charuto, e sei lá mais o que. Simplesmente empolgante na primeira "cafungada". Aliás, já nos empolgamos ao cheirar a rolha! O aroma é totalmente intrigante, diferente, forte, marcante. As palavras são poucas para descrever este momento. Só o vinho pode proporcionar estas emoções, de fato!
Na boca é um pouco ácido, o que deve se justificar pela idade, mas é elegante e muito interessante. Mesmo que fosse péssimo já seria uma experiência fantástica, só pelo aroma ímpar. Mas por pura sacanagem de baco, o vinho é bom. Está um um pouco velho, mas ainda em forma, esbelto. Este vinho maduro deve ter sido simplesmente apaixonante.
Os grandes vinhos da Borgonha são resultantes da expansão da ordem católica de Cîtaux, monges vinicultores e, simetricamente, a própria expansão da ordem se deve à qualidade do vinho que eles produziam. Estes monges promoveram várias das mais modernas técnicas de vinificação, tal como a implantação do conceito de Cru, a separação de algumas partes do vinhedo para a produção dos melhores vinhos, e a poda das maiores folhas dos pés, para que os cachos pudessem pegar mais sol, entre outras. Eles levaram vinhos para diversas regiões da Europa e do mundo, junto com a expansão da ordem religiosa, inclusive para a Suiça. E suas cepas também, isso fica claro neste vinho, que é feito de Pinot Noir e Gamay. Agradecemos aos monges pelo seu trabalho religioso... de louvar a Baco!
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