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quinta-feira, novembro 09, 2017
Santa Fé de Arraiolos - Portugal
Tinto, 2014
Portugal, Alentejo
Aragones, Trincadeira
Aroma de frutas vermelhas e roxas, com um pouco de amargor, herbáceo e mentolado. Também mostra chocolate, tostado, canela e especiarias.
Corpo mediano, tânico, jovem, pode envelhecer, não tem muita acidez mas é equilibrado.
Muito bom vinho!
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Montoíto - Alentejo - Portugal
2005.
Tinto. Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet.
Bom vinho, vale a pena.
Aroma de cereja, evocando levemente o aroma de um vinho do porto. O vinho já apresenta a característica de vinho envelhecido, mas pouco.
Segundo a Anny ele já passou um pouquinho do seu auge, mas segundo o Edgard, não.
Na boca é um vinho com acidez bastante acentuada, podendo ser demasiada para quem apresenta sensibilidade ao ácido. Apresenta corpo mediano à encorpado, com taninos bem presentes, mas não exagerados. Tem uma persistência longa e agradável e é um vinho bastante fino e harmônico.
Tinto. Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet.
Bom vinho, vale a pena.
Aroma de cereja, evocando levemente o aroma de um vinho do porto. O vinho já apresenta a característica de vinho envelhecido, mas pouco.
Segundo a Anny ele já passou um pouquinho do seu auge, mas segundo o Edgard, não.
Na boca é um vinho com acidez bastante acentuada, podendo ser demasiada para quem apresenta sensibilidade ao ácido. Apresenta corpo mediano à encorpado, com taninos bem presentes, mas não exagerados. Tem uma persistência longa e agradável e é um vinho bastante fino e harmônico.
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terça-feira, fevereiro 21, 2012
Reguengos - Alentejo - Portugal
2010.
Tinto. Trincadeira 40%, Aragonez 40%, Castelão 20%.
Mediano com alguns defeitos: bastante alcoólico e um tanto chato. Lendo assim pode parecer um vinho ruim, mas não o é de fato. Nós já havíamos tomado outra safra deste vinho, e na ocasião guardamos pior recordação.
O aroma é de frutas vermelhas, com um toque de cassis e baunilha, mas se destaca a sensação alcoólica. Na boca tem corpo mediano, mas é um pouco agressivo, pelo amargor e sensação alcoólica, apresentando taninos bem perceptíveis e acidez mediana. É um vinho mais ligeiro, apesar de ter uma persistência dada pelos taninos.
Se tomado acompanhando um prato com carne ou massa, certamente cairá melhor.
É produzido pela Carmim.
sábado, janeiro 14, 2012
Terras del Rei - Alentejo - Portugal
2010.
Tinto. 50% Trincadeira, 30% Aragonez, 20% Castelão.
Um vinho cansativo.
No nariz apresenta aromas de frutas roxas maduras, mas com um tanto de baunilha em excesso, adocicado, com um toque mentolado.
Na boca é bastante frutado, tem acidez acentuada, taninos tímidos, bastante alcoólico, mas não muito fino e sem muito equilíbrio. O vinho é feito para agradar o paladar menos refinado, e talvez tenha sucesso.
Tinto. 50% Trincadeira, 30% Aragonez, 20% Castelão.
Um vinho cansativo.
No nariz apresenta aromas de frutas roxas maduras, mas com um tanto de baunilha em excesso, adocicado, com um toque mentolado.
Na boca é bastante frutado, tem acidez acentuada, taninos tímidos, bastante alcoólico, mas não muito fino e sem muito equilíbrio. O vinho é feito para agradar o paladar menos refinado, e talvez tenha sucesso.
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quarta-feira, novembro 17, 2010
Monsaraz - Alentejo - Portugal
2008.
Tinto, Aragonez, Castelão e Trincadeira.
Um vinho para o cotidiano, bem equilibrado e com bom aroma. Ótima companhia para um jantar francês 'restê dontê' com um simpático amigo e boa conversa!
No nariz, apresenta frutas e notas de defumado. Bom tanino com acidez mediana.
Bom custo-beneficio no Pão de Açúcar.
segunda-feira, outubro 04, 2010
JP Azeitão - Terras do Sado - Portugal
2008.
Tinto, Castelão, Aragonez, Syrah, Alicante Bouschet, Touriga Franca e Trincadeira.
Este vinho tem um impressionante aroma lácteo. Inferimos que foi "forçada a mão" na fermentação malolática, mas é mera suposição. Indicamos este vinho, por esta característica, mas também por ser agradável de maneira geral e ser barato. Os vinhos da Bacalhoa são muito interessantes.
Rubi intenso com leves reflexos violáceos. Aroma lácteo, com presença de frutas roxas (ameixa), vegetal e picante. Na boca é um vinho bem agradável, macio, e de corpo mediano. Aceitaria mais taninos e uma acidez mais acentuada, no entanto não chega a faltar. Possui um retrogosto interessante e boa persistência.
Não precisa passar muito tempo por decantador e não é um vinho para ser guardado, apesar de aceitar bem mais alguns anos de envelhecimento.
De fato pelo preço é uma boa compra, pois é um vinho com personalidade, bem aromático e gostoso na boca. Por não ser um vinho muito pesado, tânico, ácido, pode ser tomado sem acompanhar comida, ou com acompanhamentos leves.
Pode ser achado na Adega do Vinho em Brasília.
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domingo, setembro 05, 2010
Tinto da Ânfora - Alentejo - Portugal
2006.
Tinto, Aragonez, Touriga Nacional, Trincadeira, Alfrocheiro e Cabernet Sauvignon.
Foi o melhor vinho da noite, que agradou bastante a todos do grupo de degustação. A média de pontuação dele ficou em torno de 90 pontos.
Vermelho rubi escuro, com bastante aroma de frutas vermelhas, um pouco herbáceo e um leve toque de caramelo. Na boca é sápido, com álcool na medida, bom corpo, harmônico e com uma deliciosa persistência.
Tem um excelente custo benefício, e pode ser encontrado na Adega do Vinho em Brasília por R$ 59.
Tinto, Aragonez, Touriga Nacional, Trincadeira, Alfrocheiro e Cabernet Sauvignon.
Foi o melhor vinho da noite, que agradou bastante a todos do grupo de degustação. A média de pontuação dele ficou em torno de 90 pontos.
Vermelho rubi escuro, com bastante aroma de frutas vermelhas, um pouco herbáceo e um leve toque de caramelo. Na boca é sápido, com álcool na medida, bom corpo, harmônico e com uma deliciosa persistência.
Tem um excelente custo benefício, e pode ser encontrado na Adega do Vinho em Brasília por R$ 59.
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quinta-feira, agosto 19, 2010
Paulo Laureano Clássico – Portugal
Alentejo, 2008.
Tinto, Trincadeira e Aragonez.
Paulo Laureano é o enólogo que faz o vinho Mouchão, um dos vinhos mais celebrados de Portugal.
Rubi intenso e brilhante, com aromas frutas roxas e madeira. Na boca é um bom vinho, equilibrado e levemente frutado.
É um vinho com bom preço, que oferece uma boa qualidade, mas sem grandes destaques. Vale a pena conferir.

Tinto, Trincadeira e Aragonez.
Paulo Laureano é o enólogo que faz o vinho Mouchão, um dos vinhos mais celebrados de Portugal.
Rubi intenso e brilhante, com aromas frutas roxas e madeira. Na boca é um bom vinho, equilibrado e levemente frutado.
É um vinho com bom preço, que oferece uma boa qualidade, mas sem grandes destaques. Vale a pena conferir.
terça-feira, julho 27, 2010
Monte das Anforas - Alentejo - Portugal
2008.
Tinto. Aragonez, Trincadeira, Alfrocheiro.
Um ótimo vinho por bom custo. Feito pela Quinta da Bacalhoa, produtor muito tradicional de Portugal.
Rubi, brilhante. No nariz, frutas vermelhas maduras e madeira, com aroma muito agradável e bem destacado.
Na boca, muito equilibrado, corpo mediano, deliciosa acidez, mas aceitaria bem um pouco mais de tanino.
Compramos na Adega do Vinho, Sudoeste, Brasília, que possui um excelente atendimento especializado. ;)
Vale a pena provar!
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domingo, julho 18, 2010
Herdade das Albernoas - Alentejo - Portugal
2008.
Tinto, Aragonez 60%, Trincadeira 20%, Castelão 20%.
Aroma de frutas maduras, sem nada especial.
Na boca, sente-se seu álcool. É bom decantá-lo para melhorar o excesso do álcool. Aroma frutado, goiabada, mentolado, especiarias.
É equilibrado, mas está mais para pouco ácido e taninos. Corpo médio e persistência também mediana. Com retrogosto de frutas vermelhas.
Bom para acompanhar almoço descompromissado.
Bom preço de R$ 29,90, na Adega do Vinho, Sudoeste, Brasília.
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domingo, julho 11, 2010
Cartuxa – Colheita – Portugal
Alentejo, 2007.
Tinto, Aragonez, Alicante Bouschet, Alfrocheiro, Trincadeira.
Nossos patrícios como futebolistas fazem ótimos vinhos!!!
Cor púrpura, aroma de ameixa, couro, hortelã, canforado.
Muito harmônico, com ótimos taninos.
Já havíamos degustado a uns anos atrás, para comemorar aniversário. Na época, estávamos esperando mais do vinho, devido ao preço (uns 80,00), mas confirmamos ser um excelente vinho.
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sábado, junho 12, 2010
Couteiro-Mor - Alentejo - Portugal
2005.
Tinto, Aragonez, Trincadeira, Castelão, e Alicante Bouschet.
Vinho com boa estrutura e como diz no rótulo, de agradável e convidativo beber!
Seu aroma é amadeirado com frutas maduras, tem ameixa.
Os vinhos do Alentejo tem agradado bastante e este foi bem vindo à mesa e nossos amigos aprovaram.
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domingo, junho 06, 2010
Periquita - Terras do Sado - Portugal
2006.
Tinto. Castelão, Trincadeira, Aragonez.
Comparando na memória com o Cortello, compraríamos novamente o Periquita. Rubi, brilhante. Aroma frutado, amadeirado, couro, vegetal e picante. Na boca equilibrado e agradável. É um vinho mais ligeiro, sem intensas sensações de complexidade, mas é um vinho muito agradável. É um vinho que se eleva acima da sua faixa de preços em qualidade.
Um vinho da José Maria da Fonseca, que sempre faz vinhos confiáveis, e se encontra em qualquer supermercado.
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sábado, junho 05, 2010
Vinha da Tapada Coalheiros - Alentejo - Portugal
2005.
Tinto. Aragonez, Trincadeira, Cabernet Sauvignon, Syrah e Castelão.
Seria o melhor vinho da noite, se não fosse batido pelo Argentino de R$ 9,90. Este custa uns 30 na Mistral e é uma boa compra. Um vinho bem bom, com aroma de compota de frutas e madeira. Aroma complexo e muito agradável. Na boca um pouco frutado, com taninos presentes e boa acidez. Tem um final razoavelmente longo.
Tomamos acompanhando o "Bacalhau a 4 Mãos", cuja "receita" foi passada na postagem anterior.
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sábado, maio 29, 2010
Aula na ABS Brasília - 27/05
Leon Beyer Cremant d'Alsace - Alsácia - França
Espumante. Pinot Blanc e Pinot Auxerrois
Amarelo palha com reflexos esverdeados, brilhante. Borbulhas finas e razoavelmente fartas, com boa presença de gás na boca. Aroma bastante fino, frutado, cítricos, com presença de limão. Seco, com boa acidez e muito equilibrado, com razoável persistência.
85 pontos. Custa cerca de R$ 120. Com esse dinheiro eu compraria 3 espumantes brasileiros de qualidade semelhante ou superior.
Leon Beyer Gewurztraminer - Alsácia - França
2005. Branco.
Amarelo palha com reflexos dourados, brilhante. Aroma muito intenso, finíssimo, complexo e razoavelmente persistente. Frutado, cítrico, com abacaxi, carambola e mel. Na boca falta um pouco de acidez, mas é bem intenso e persistente.
84 pontos. Custa cerca de R$ 130. Vinho de aroma intrigante e elegante. Na boca deixa um pouco a desejar, se tivesse mais acidez seria um vinho excelente. Não pode ser mais guardado.
Zeltinger Sonnenuhr Selbach-Oster - Riesling - Alemanha
Mosel, 2007
Branco.
Amarelo palha com reflexos esverdeados, brilhante. Aroma finíssimo com mel, pêssego e abacaxi, muito persistente. Na boca é levemente suave, sápido, macio e quase harmônico, com muita intensidade e persistência.
90 pontos. Custa cerca de R$ 130. O melhor vinho da noite, com um aroma intenso e complexo e uma presença marcante na boca, com boa acidez e bastante retrogosto.
Quinta do Carmo - Alentejo - Portugal
2003.
Tinto. Aragonez (50%), Trincadeira (5%), Alicante Bouschet (15%), Syrah (15%), Cabernet Sauvignon (15%).
Rubi, brilhante e transparente. Aroma complexo com ameixa, madeira, defumado e couro, finíssimo muito intenso e persistente. Na boca é sápido, macio e com bom corpo, quase harmônico, finíssimo e bastante intenso, com boa persistência.
89 pontos. Custa cerca de R$ 110. Um ótimo tinto, com aromas muito marcantes e ótimo na boca, muito equilibrado, quase harmônico. Eu compraria um desse.
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domingo, maio 27, 2007
Convento da Vila - Portugal
Alentejo, 2004.
Tinto, Trincadeira, Aragonez e Castelão.
Um vinho claro, grená com levíssimos toques violáceos na borda. Aroma vínico pouco pronunciado. Um vinho muito leve, com pouco corpo, pouca acidez, taninos macios, pouca persistência. Um vinho comum, sem muita personalidade, mas agradável, e com um ótimo custo benefício. Pagamos uns R$ 13 na SuperAdega (Brasília).
Este vinho me lembrou a descrição do antigo clarette, vinho francês da região da Gasconha que era muito exportado no século XVIII como uma opção mais barata e de menor qualidade em relação ao Bordeaux. O Clarette é descrito como um vinho claro, de pouco corpo, simples e "meio aguado". É interessante constatar que o Borgonha era um vinho para consumo interno na França, ao passo que o Bordeaux sempre foi um vinho para exportação.
Bem, vou aqui dizer sobre minha preferência pessoal, claro, com algum preconceito, que todos nós temos... melhor ter preconceitos com os sabores do que preconceitos de outra natureza... O Bordeaux era um vinho que agradava ao paladar inglês, que diga-se de passagem, nunca foram bons entendedores de vinho, e já o Borgonha sempre foi apreciado pelos franceses, que sempre foram ótimos entendedores de vinho. Isso quer dizer que o Borgonha ficava na França por ser o melhor vinho, e o Bordeaux, um vinho forte e e concentrado, bem ao gosto dos bretões, era exportado em grandes quantidades.
No entanto na história o Bordeaux acabou ficando muito mais famosos que os Borgonhas, uma vez que tinha o reconhecimento "internacional", e hoje é sempre considerado pelo senso comum como o "melhor vinho do mundo", mas esta foi uma "tradição inventada" pelos importadores ingleses muito mais pelo seu próprio gosto do que pela qualidade do vinho em sí.
Bem, para concluir, sempre achei o Borgonha superior ao Bordeaux, desde quando tomei os primeiros vinhos, e continuo achando hoje. Sem desprezar a qualidade do Bordeaux, rico em aromas, mas elogiando a delicadeza e elegância dos Borgonhas, que superam todos os vinhos do mundo em tudo.
Tinto, Trincadeira, Aragonez e Castelão.
Um vinho claro, grená com levíssimos toques violáceos na borda. Aroma vínico pouco pronunciado. Um vinho muito leve, com pouco corpo, pouca acidez, taninos macios, pouca persistência. Um vinho comum, sem muita personalidade, mas agradável, e com um ótimo custo benefício. Pagamos uns R$ 13 na SuperAdega (Brasília).
Este vinho me lembrou a descrição do antigo clarette, vinho francês da região da Gasconha que era muito exportado no século XVIII como uma opção mais barata e de menor qualidade em relação ao Bordeaux. O Clarette é descrito como um vinho claro, de pouco corpo, simples e "meio aguado". É interessante constatar que o Borgonha era um vinho para consumo interno na França, ao passo que o Bordeaux sempre foi um vinho para exportação.
Bem, vou aqui dizer sobre minha preferência pessoal, claro, com algum preconceito, que todos nós temos... melhor ter preconceitos com os sabores do que preconceitos de outra natureza... O Bordeaux era um vinho que agradava ao paladar inglês, que diga-se de passagem, nunca foram bons entendedores de vinho, e já o Borgonha sempre foi apreciado pelos franceses, que sempre foram ótimos entendedores de vinho. Isso quer dizer que o Borgonha ficava na França por ser o melhor vinho, e o Bordeaux, um vinho forte e e concentrado, bem ao gosto dos bretões, era exportado em grandes quantidades.
No entanto na história o Bordeaux acabou ficando muito mais famosos que os Borgonhas, uma vez que tinha o reconhecimento "internacional", e hoje é sempre considerado pelo senso comum como o "melhor vinho do mundo", mas esta foi uma "tradição inventada" pelos importadores ingleses muito mais pelo seu próprio gosto do que pela qualidade do vinho em sí.
Bem, para concluir, sempre achei o Borgonha superior ao Bordeaux, desde quando tomei os primeiros vinhos, e continuo achando hoje. Sem desprezar a qualidade do Bordeaux, rico em aromas, mas elogiando a delicadeza e elegância dos Borgonhas, que superam todos os vinhos do mundo em tudo.
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