2007.
Branco.
Um belo vinho, repleto de aromas cítricos, com toque de limão, na boca é leve, com ótima acidez e muito equilíbrio.
Harmonizou muito bem com um prato simples mas delicioso: shimeji branco refogado com cebola na manteiga, purê de batata doce com alecrim e arroz com páprica e uvas passas brancas.
Já postamos este vinho, mas ficou tão perfeito com esta receita simples que resolvemos postar novamente.
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quarta-feira, setembro 07, 2011
sexta-feira, julho 09, 2010
Hugel - Silvaner - França
- Alsácia, 2007.
- Branco.
- Vinho fino e barato. Branco palha com reflexos esverdeados. Aroma cítrico em geral, em particular limão e maçã verde. Na boca sápido, refrescante, muito fino, e com final longo.
- É um vinho de excelente qualidade, e nós pagamos bem barato - para a qualidade - na SuperAdega, em BSB. Cerca de R$50.
- Abriu o almoço de domingo passado, acompanhando um robalo na brasa, recheado com farofa de banana e camarão.
- Divino!
sábado, maio 29, 2010
Aula na ABS Brasília - 27/05
Leon Beyer Cremant d'Alsace - Alsácia - França
Espumante. Pinot Blanc e Pinot Auxerrois
Amarelo palha com reflexos esverdeados, brilhante. Borbulhas finas e razoavelmente fartas, com boa presença de gás na boca. Aroma bastante fino, frutado, cítricos, com presença de limão. Seco, com boa acidez e muito equilibrado, com razoável persistência.
85 pontos. Custa cerca de R$ 120. Com esse dinheiro eu compraria 3 espumantes brasileiros de qualidade semelhante ou superior.
Leon Beyer Gewurztraminer - Alsácia - França
2005. Branco.
Amarelo palha com reflexos dourados, brilhante. Aroma muito intenso, finíssimo, complexo e razoavelmente persistente. Frutado, cítrico, com abacaxi, carambola e mel. Na boca falta um pouco de acidez, mas é bem intenso e persistente.
84 pontos. Custa cerca de R$ 130. Vinho de aroma intrigante e elegante. Na boca deixa um pouco a desejar, se tivesse mais acidez seria um vinho excelente. Não pode ser mais guardado.
Zeltinger Sonnenuhr Selbach-Oster - Riesling - Alemanha
Mosel, 2007
Branco.
Amarelo palha com reflexos esverdeados, brilhante. Aroma finíssimo com mel, pêssego e abacaxi, muito persistente. Na boca é levemente suave, sápido, macio e quase harmônico, com muita intensidade e persistência.
90 pontos. Custa cerca de R$ 130. O melhor vinho da noite, com um aroma intenso e complexo e uma presença marcante na boca, com boa acidez e bastante retrogosto.
Quinta do Carmo - Alentejo - Portugal
2003.
Tinto. Aragonez (50%), Trincadeira (5%), Alicante Bouschet (15%), Syrah (15%), Cabernet Sauvignon (15%).
Rubi, brilhante e transparente. Aroma complexo com ameixa, madeira, defumado e couro, finíssimo muito intenso e persistente. Na boca é sápido, macio e com bom corpo, quase harmônico, finíssimo e bastante intenso, com boa persistência.
89 pontos. Custa cerca de R$ 110. Um ótimo tinto, com aromas muito marcantes e ótimo na boca, muito equilibrado, quase harmônico. Eu compraria um desse.
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sábado, maio 23, 2009
Kientzler - Vin D`Alsace - França
2004.
Branco, Pinot D'Alsace e Pinot Blanc.
Um vinho diferente, com aroma intrigante, lembrando floral, mineral, frutas cítricas, frescas. Na boca tem boa acidez, totalmente seco, sem residual de açúcar e com uma sensação mineral bem presente. O mineral também pode ser sentido no retrogosto, de maneira tal que lembramos do Jerez e do Jura. Porém a cor é palha, claro, diferente dos vinhos de tipicamente minerais.
Um vinho realmente interessante, que vale muito a pena ser provado, pela diferença que representa em relação aos vinhos mais comuns. É um vinho mais caro, mas com atrativos suficientes para justificar o seu preço. Compramos na Grand Cru de Brasília.
Branco, Pinot D'Alsace e Pinot Blanc.
Um vinho diferente, com aroma intrigante, lembrando floral, mineral, frutas cítricas, frescas. Na boca tem boa acidez, totalmente seco, sem residual de açúcar e com uma sensação mineral bem presente. O mineral também pode ser sentido no retrogosto, de maneira tal que lembramos do Jerez e do Jura. Porém a cor é palha, claro, diferente dos vinhos de tipicamente minerais.
Um vinho realmente interessante, que vale muito a pena ser provado, pela diferença que representa em relação aos vinhos mais comuns. É um vinho mais caro, mas com atrativos suficientes para justificar o seu preço. Compramos na Grand Cru de Brasília.
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