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sábado, agosto 01, 2015

Conde de Valdemar - Espanha

Rosé, 2011.
Rioja.


O vinho foi abrindo seu aroma conforme fomos tomando, mas não colocamos em decantador... ele merece ser decantado!! Já começa a ter algumas leves características de vinho envelhecido.

Tem um aroma bem interessante, apresenta goiaba, pêssego, morango flambado, geléia de frutas vermelhas, floral, vegetal.

Na boca é muito equilibrado, tem acidez acentuada, taninos presentes, retrogosto de goiaba.

Vinho excelente!

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Marcus James Happy Hour - Rosé Frisante - Brasil


Rosé.

Um vinho leve e ideal para se tomar bem geladinho em um final de tarde quente. Para aqueles momentos que queremos um vinho gostosinho e nada mais, sem precisar de taças adequadas, rituais de decantação ou comentários eruditos sobre a história da região ou do produtor.

É um vinho bem simples, pouco aromático, mas com aroma adocicado e frutado. Na boca é muito leve, frisante, adocicado e bastante ligeiro. Tome gelado.

Bem baratinho, vale a pena.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Domaine Baumard - Cabernet D'Anjou Rosé - França


2003.

É um rosé sem muita expressão, que não deixa a desejar, mas também não vale muito a pena. Como a maioria dos rosados, este vinho é bem versátil na harmonização, acompanha bem diversos tipos de pratos. Compramos na Mistral com vontade de achar um "Grande Rosé", mas não foi desta vez. Não compraríamos novamente.

Tem uma cor alanjada clara um tanto inusitada. Aroma discreto logo após a abertura, mas que desenvolve um pouco de maçã e romã, com um toque de mel e aroma de vinho envelhecido. Na boca é leve, com açúcar presente, acidez discreta e final mediano.

quinta-feira, novembro 25, 2010

Vivendo - Rosé - Chile

De fato não somos muito fãs de Rosés, mas achamos uma ocasião interessante para tomá-los: Churrasco.  Tomamos este vinho em um churrasco e caiu muito bem.

Os rosés não chegam a ter a delicadeza dos brancos nem a personalidade dos tintos. No entanto o fato de ser mais encorpado que os brancos e mais leve que os tintos, o faz um curinga interessante para o churrasco. A variedade de carnes, saladas, acompanhamentos, com diversas texturas e temperos diferentes pede um vinho mais versátil.

A cor é rosada salmão, bastante bonito.  No aroma é frutado e apresenta um toque de pêssego. No paladar é bem leve, refrescante, com acidez mediana e retrogosto adocicado.

terça-feira, outubro 05, 2010

Mateus - Portugal


Rosé.

Não tem a uva nem o ano ou região.

Essa garrafinha é a de 250mL e comprei para enfeitar a estante!

Tomamos o vinho, esse não era para enfeitar! Seu aroma e paladar não apresenta algo em especial. Bem leve.

Valeu pela garrafinha!

sábado, setembro 04, 2010

Corvo - Rosé - Itália

2006.

Não compre, não vale o preço. É um vinho sem graça, que falta acidez, com aroma discreto de frutas vermelhas e gosto amargo de engaço no final de boca.

Não sei, mas suponho ser um vinho feito por sangria, ou seja, foi retirado do mosto tinto para que o resto resultasse em um vinho mais concentrado e encorpado. Se for isso, é um subproduto do vinho tinto. É o tipo de vinho que colabora para a má fama dos rosados.

domingo, agosto 22, 2010

Casal Mendes - Rosé - Portugal


Sangalhos.

Um vinho simples, interessante, mas um pouco cansativo. Rose claro, produz uma leve espuma quando vertido na taça, mas não chega a ser um vinho frisante.

O aroma é intrigante e evoca diversas sensações, predominando as frutas vermelhas, dentre as quais associamos à goiaba, morango, romã, maçã, sendo estas duas últimas presentes no retrogosto, que é intenso. Tem um pouco de aroma de gás de isqueiro.

Na boca poderia ter um pouco mais de acidez, mas mesmo assim é razoável. Tem um final mediano e um pouco de amargor.

O produtor é Aliança, que produzem vinhos de diversas regiões de Portugal. Costumamos gostar dos vinhos produzidos por eles, que costumam ser simples mas corretos.

segunda-feira, junho 21, 2010

Bravía - Rosé - Espanha


Castilla y León, 2007.
Rosé.

Um vinho rosé bem agradável, com uma cor muito bonita, granada claro com reflexo laranja.

Aroma discreto de goiaba e frutas vermelhas.

Na boca boa acidez, um resquício amargo interessante e razoavelmente longo.

Nosso amigo Fabinho que trouxe...

sábado, junho 05, 2010

Almadén – Rosé – Brasil



Rio Grande do Sul, 2008.
Gamay.

Pelo preço, está ótimo (9,90)... Os comentários são resumidos em: “bem docinho”.

É uma boa dica para quem está começando a conhecer o vasto mundo dos vinhos. Os vinhos muito robustos e tânicos não agradam o paladar das pessoas que não degustam com tanta frequência: vinhos brancos mais leves e suaves, assim como os roses serão melhores apreciados. Em 2004, nossas preferências eram os Almadéns brancos e roses!!

terça-feira, abril 27, 2010

Campolargo - Portugal

Bairrada, 2006
Rosé, Pinot Noir



Um vinho rosé...

Com aroma que lembra um pouco de goiaba, morango e pêssego. Na boca, leve e correto, com acidez boa. Sua cor era rosé alaranjado.

Não temos muito costume de tomar vinhos rosé. Gostamos, mas normalmente temos preferência aos brancos. Essa garrafa nos chamou atenção por ser um Pinot Noir português em uma bela apresentação.

domingo, janeiro 25, 2009

Cellier des Dauphins - França

Côtes du Rhône, 2002.
Rose, Syrah, Grenache, Cinsault

Ótimo vinho, gostamos bastante. Já está mais para vinho velho do que jovem, mesmo sendo 2002. Começamos tomando muito refrigerado, mas o deixamos chegar à temperatura de uns 17/18C e ele foi melhorando. Sua cor é o que mais chama à atenção: madeira, translúcida, brilhante. Seu aroma abriu para charuto, carvalho e notas de chocolate. Na boca, percebemos o toque envelhecido, mas estava com seu ácido bem saboroso. No ponto! Ainda tem mais: ótimo custo benefício, foi um achado!! Compramos na Brilho, Brasília. Depois compramos de novo...

domingo, janeiro 14, 2007

Miolo Seleção - Rose - Brasil

Vale dos Vinhedos, 2006.
Rose, Cabernet Sauvignon, Merlot e Pinot Noir.

Levemente frutado e refrescante no aroma e no paladar. Com boa acidez e um pouco amargo. Achamos parecido com o Gato Negro Rose, apesar deste ser apenas de Cabernet Sauvignon. É um vinho descontraído para ser tomado sem compromisso, por exemplo, quando os sobrinhos estão em casa. Afinal, não é possível prestar muita atenção no vinho quando tem que evitar uma ecatômbe na sua casa, equilibrar a taça e comer ao mesmo tempo.

Comemos com um Tâmbaqui pouco condimentado, temperado com vinho e ervas, recheado com farofa de banana, acompanhado de arroz com pequi e salada de macarrão. Uau, que mistureba!!!