sábado, setembro 20, 2014

Vosne Romaneé - Borgonha - França

2004.
Pinot Noir. Tinto.

Compramos esse vinho em 2009. Quando abrimos, já estava com a rolha vazada. Passou do auge, que talvez tenha sido a uns 2 anos atrás.

Mas está fantástico, com aroma de frutas vermelhas, morango e cassis, típicos de um grande borgonha. Também apresenta fumo de corda.

Na boca, os taninos estão bem presentes e a acidez está no ponto. O álcool ainda está perceptível, são 13ºGL. Pela idade, seus taninos impressionam, é bastante persistente, um vinho sensacional. Envelheceu com a elegância de um borgonha, ganhou características de um grande vinho.

domingo, setembro 14, 2014

Cordon D'or Premium - Cabernet Sauvignon - Brasil

2009.
Tinto.

Aroma de frutas vermelhas adocicadas, com toque mentolado. Bem alcoólico no nariz.

Na boca tem corpo mediano, acidez acentuada, taninos medianos e um retrogosto pronunciado, com pitanga e toque de perfume floral. É um vinho fino, quase equilibrado, com final mediano.

Foi degustado com frango e verduras, pirão de lentilha com arroz.

sábado, agosto 30, 2014

Cartuxa - Reserva - Portugal

Evora, Alentejo. 2009.
Alicante Bouschet, Aragonez. Tinto.

O aroma é fresco, levemente floral e perfumado, lembra grama cortada, ameixa, fruta roxa, chocolate, com o aroma alcólico perceptível, tem 14,5º.

Na boca é excelente, com ótima acidez, taninos e amargor na medida. É bastante persistente e bem harmônico, sem defeitos. Ainda envelhece uns 5 anos.


sexta-feira, agosto 22, 2014

Zonin - DOC - Itália

2010.
Tinto. Valpolicella.

No aroma sentimos frutas vermelhas frescas, álcool bem presente. É um aroma simples.

Na boca é um vinho de corpo mediano, amargor acentuado, acidez correta, taninos leves, mas perceptíveis e também tem a picância alcoólica no retrogosto.

É um bom custo-benefício no Spani, Atibaia.


sábado, agosto 09, 2014

Loma Larga - Cabernet Franc - Chile



Vale de Casablanca. 2006.
Tinto.

Um grande vinho chileno.
Seus 14,5º de teor alcóolico ainda estavam bem presentes, sendo pequeno 'defeito' do vinho, mas também sinal de que ainda pode ir longe, talvez mais uns 5 anos.

O aroma apresenta-se complexo com anis, cassis, frutas vermelhas, vegetal, manjericão, ervas, frescor, mas também fumo de corta, chocolate, defumado.

Na boca está muito harmônico, com acidez acentuada, mas na medida, taninos bem presentes, residual amargo no limite, encorpado, com final prolongado.

Adoramos!!

Dos amigos da Adega do Vinho, de Brasília.

domingo, julho 27, 2014

Bouchard Père & Fils / Nuits-Saint-Georges - Borgonha - França

Château de Beaune. Côte-d'Or
2008.


Poesia em forma de vinho. Um Borgonha.

Um vinho chegando no auge, que aguenta bem mais um 3, 4 ou mais anos. Um belíssimo vinho, com aromas de frutas vermelhas, compota, madeira, e toques florais intensos, lembrando rosas.

Na boca é harmônico, com taninos marcantes, sem exageros, acidez na medida, e corpo leve, como se deve esperar de um Côte-d'Or. É um vinho sensual e feminino, para ser apreciado sem pressa, em ocasiões em que o vinho é o centro das atenções.

Este acompanhou arroz, creme de milho e frango incrementado com creme de cebola, alho-poró, alcaparras e uvas passas.

Pena que acaba.

quarta-feira, abril 30, 2014

Cabeça de Toiro Reserva - DOC DoTEJO - Portugal

2008. Tejo.
Tinto. Touriga Nacional e Castelão

Esse vinho foi presente do Edu, pai da Anny e sogro do Edi. Foi um ótimo presente, muito bem escolhido.

O aroma é de frutas roxas, ameixa, também com floral e vegetal, toque adocicado.

É um vinho bastante potente, com seus taninos e acidez bem presentes, deixando ainda bastante jovem e com provável guarda de uns 4 anos apesar de seus 6. Para se revelar deve ser deixado ao menos 30 minutos em decantador.

Na boca tem amargor presente, é encorpado e presistente, com final equilibrado, apesar da característica ainda jovem.

É um bom vinho, que vale a pena ser guardado um tanto mais.

domingo, fevereiro 09, 2014

Fonte Mouro Reserva - Alentejo - Portugal

Onze anos para um vinho é bastante, mas este aguentou. Já não mais no auge, mas ainda muito interessante, ainda fascinante. Mas passou um pouco... 2 anos atrás estaria perfeito.

No nariz apresenta os aromas típicos dos vinhos velhos, com amargor, madeira molhada, fumo de corda, com resquícios frutados, lembrando cassis e ameixas, com toque de herbáceo e salgado.

Na boca sua acidez está acentuada, com taninos ainda bem presentes, mas com equlíbrio um tanto comprometido pela idade. Tem um corpo mediano a encorpado, final bastante longo.

Pois bem, passou do seu tempo, mas está muito interessante para quem gosta de vinho antigo.

sábado, dezembro 28, 2013

O que você deseja para o ano que vem?

As pessoas desejam, e seus desejos movem o mundo.

Nietzsche chamaria de vontade, do imperativo da vontade, ou de "vontade de poder" segundo seus interpretes nazistas. Deleuze e Guattari mataram a charada: são os fluxos desejantes que orientam as ecologias subjetivas, que complementam as ecologias ambientais e sociais. Sem o equilíbrio da subjetividade humana, nada se equilibra em nosso ecosistema.

As pessoas desejam mal, bastante mal... desejam apenas sua sorte pessoal, sua vitória, seu sucesso.... Seu, Sua... Tudo na primeira pessoa do singular. Nada Nosso, nada Coletivo, esquecendo principalmente das gerações futuras, que nunca figuram entre os desejos das pessoas para além do seus próprios Filhos, ou quiçá Netos.

Se uma decissão for colocada como crucial para o coletivo e para o futuro da humanidade, o indivíduo típico vai dizer: "que se dane essa balela, eu quero é a minha Ferrari, e eu quero hoje, porque a vida é curta..."

Enfim, os males da humanidade não se reduzem ao regime político, ao sistema econômico, ao equlíbrio ambiental, ou ainda a repressão de gênero, classe, etnia ou opção sexual, apesar do enorme poder de dano destes todos.

O que marca o fracasso final da humanidade são os seus fluxos desejantes individualistas, e ao desejo de cada um para a sua própria vida.

E você, o que deseja para o ano que vem?

Las Moras - Black Label / Bonarda - Argentina

Este é um vinho bastante interessante, que não é caro e acompanha bem diversos pratos, principalmente massas com molhos intensos e carnes untosas e de sabores marcantes.

No nariz é um vinho simples, mas com aroma volumoso, puxando para frutado e mentolado, mas com um toque floral e resquícios de chocolate.

Na boca apresenta um corpo voluptuoso, uma acidez correta, taninos firmes, amargor na medida, resultando em um vinho equilibrado e com boa persistência.
Ele passou raspando para ser um vinho 4 estrelas, mas ganhou as 4. Ou seja, é um excelente custo benefício. Este vinho é bastante apreciado pelo querido amigo Hilmar Moraes.

quarta-feira, dezembro 25, 2013

Stell Cape - Selection Red - África do Sul

2010.
Tinto. Cabernet Sauvignon, Sirah e Merlot.



Um vinho agradável, mas bastante comum. Pode ser tomado no dia a dia, mas não em uma ocasião especial, como se fosse um bom vinho.

No aroma é fresco, verde e picante, de maneira direta e voluptuosa. Na boca é picante, ácido talvez em demasia e com taninos discretos. Tem persistência mediana, mas não muito agradável.

Não sabemos o preço, pois ganhamos, mas não deve ser uma boa compra.

domingo, dezembro 15, 2013

Colonia Las Liebres - Bonarda - Argentina

Tinto.
2012.

Um excelente custo benefício. É um vinho bem acessível mas bastante fino, que pode ser tomado no cotidiano e apresenta uma qualidade bastante boa para os vinhos dessa faixa de preços.

No nariz tem aroma agradável, com bom volume, um pouco alcoólico, evoca frutas roxas e sensação de doçura, lembrando padaria e frutas cítricas (para brindar a época e deixar os leitores sugestionados),  mas com um toque vegetal no final.

Na boca é um vinho de corpo mediano, taninos suaves porém marcantes, acidez na medida, amargor bem suave e álcool perceptível. É um vinho bastante equilibrado, com persistência mediana a longa e retrogosto acentuado.

Tomamos acompanhando um arroz com carneiro e cogumelos, e um "bife" de Shiitake enorme, feito no forno, embrulhado com papel alumínio e temperado com manteiga, molho tarê, molho de ostras e salsa.

sábado, novembro 30, 2013

Piccini - Memoro - Itália

Tinto. Chianti.
2012.

Não é todo dia que encontramos um vinho da família, então, quando encontramos, temos que prestigiar.

E melhor, é um vinho fantástico, muito interessante mesmo. De aroma bastante complexo, com frutas roxas maduras, cassis, um toque adocicado, defumado e com um leve perfume floral.

Na boca tem bom corpo, taninos equilibrados, acidez correta e um amargor acentuado no final, mas que não chega a ser excessivo. É um vinho bastante equilibrado, muito fino e com um final longo e bastante agradável, apresentando um retrogosto interessante.

Tomamos acompanhando queijo Brie, damascos e salame. Combinou muitíssimo bem.

sábado, novembro 23, 2013

Zanrosso- Cabernet Sauvignon - Brasil

Tinto.
2010.

Deixe seu preconceito de lado, pois existem excelentes vinhos nacionais, e este é um deles.

No aroma tem presença de fumo de corda, defumado, mentolado e frutas vermelhas. Ao final lembra um pouco de salame.

Na boca tem retrogosto marcante, bons taninos, acidez correta e amargor leve. É um vinho harmônico, com final longo, bastante fino e encorpado.

É um vinho muito interessante, bem marcante, que vale a pena conferir.

domingo, novembro 17, 2013

Dom Gollise - Merlot - Brasil

Um vinho brasileiro bastante interessante, com aromas bem supreendentes. No nariz é complexo, com aromas de frutas roxas, defumado, lembrando fumo de corda, couro e um leve toque vegetal.

Na boca é um vinho interessante, equilibrado, com final longo, acidez correta, taninos um tanto suaves e amargor bastante acentuado, característica que não o deixa ser um vinho superior, mas que não o transforma em um vinho vulgar, muito pelo contrário.

Deve ser degustado com um prato temperado, a base de carne vermelha untosa, ou massas, mas deve-se ser evitados pratos com temperos sutís e muito suaves, sob pena de o vinho obliterar o prato.


Ps raivoso... O teclado wireless Motorola é uma BOSTA!!! Havia escrito uma postagem muito interessante, mas um problema (recorrente) no teclado me fez perder. Esta acabou sendo mais curta por pura raiva da Motorola.

segunda-feira, outubro 28, 2013

Monte Mayor Crianza - Utiel-Requena - Espanha

2009.
Tinto. Tempranillo, Granacha.

Um vinho com custo benefício muito bom. Feito para ser tomado com pratos leves e em momentos descompromissados.

Aroma generoso, bastante vegetal, mentolado, frutas vermelhas, com um leve toque de defumado, mas bem pouco.

Na boca é um vinho com acidez acentuada, taninos bem presentes, sem exageros, final levemente amargo, e com álcool  perceptível e um tanto destacado. Tem boa persistência e é equilibrado, com retrogosto mediano.

domingo, setembro 08, 2013

Feudo Monaci - Anglianico - Itália

2007.
Anglianico. Tinto.

É um vinho interessante, barato para a qualidade, e que combina bastante com massa ao molho de tomate e linguiça bragantina, como este foi degustado. Não é um vinho de primeiríssima linha, mas dá para se divertir bastante, se quiseres...

Tem aroma amadeirado, com frutas roxas, notas florais, talvez violeta e fumo de corda. O aroma não é muito intenso, mas no decantador ele abre o suficiente para ser decifrado.

Na boca tem acidez acentuada, mas sem exageros, os taninos estão  presentes, e tem amargor bastante perceptível. Seu corpo é mediano, é um vinho equilibrado e com persistência mediana a longa.

sábado, junho 01, 2013

Hubert Brochard - Sancerre - França

2011.
Branco.

Bom para ser tomado acompanhando um bom prato, mas é excelente para ser tomado sozinho também, com algum petisco leve. É um  vinho de muito boa qualidade, que agrada a diversos paladares.

No nariz  é um vinho interessante, que começa tímido e vai abrindo ao longo do tempo.  Possui  um aroma fresco, com limão e erva cidr ereira, um toque floral, talvez jasmim. Ao final apresenta um maracujá interessante.

Na boca é um vinho bastante agradável, com acidez mediana, corpo leve a mediano e com pouco amargor. É um vinho de persistência mediana, bastante fino e bem equilibrado.

Foi degustado acompanhando um prato com arroz, creme de milho e peixe Pangasius, que é um peixe fantástico, saboroso, gorduroso e com uma consistência divina.  Não é um peixe muito comum, mas fez sucesso aqui em casa.

quinta-feira, maio 16, 2013

Catena - Malbec - Argentina

Tinto.
2010.

Um vinho excelente, muito interessante, bem especial. Merece ser tomado em momentos especiais. Tomá-lo em ocasiões onde o vinho não é notado, é um desperdício. Acompanha bem pratos com consistência firme e untosos, acompanhados de carne vermelha com tempero leve.

No nariz apresenta aromas de frutas maduras, chocolate e defumado, lembrando um pouco salame. É um vinho encorpado, com taninos presentes, mas suaves, leve amargor agradável e com acidez boa, mas caberia um pouquinho mais de acidez. É um vinho finíssimo, praticamente harmônico e com final longo.

É um vinho quase sem defeitos, bastante agradável, que merece atenção especial.

domingo, maio 12, 2013

Cone Sur / Tocornal - Sauvignon Blanc - Chile

2011.
Branco.

É um vinho bstante jovem, leve, e bom para ser tomado de maneira descontraída, em ocasiões festivas, acompanhando comidas leves ou quando o vinho não é o centro das atenções. A compra vale a pena.

Aroma bastante cítrico e adocicado, com abacaxi e maracujá e um toque amanteigado.  Na boca tem acidez bastante acentuada, corpo bem leve, mas é um pouco cansativo, com amargor perceptível. É um vinho fino e equilibrado, mas não merece nenhum destaque.

Lindeman's - Pinot Noir - Austrália

Tinto.
2010.

É um vinho bem razoável, mas esperávamos mais. O Lindeman's não é um grande produtor de vinhos básicos, mas tem vinhos mais interessantes do que este. Nesta faixa de preço é uma compra que vale a pena. Deixamos o vinho aberto de um dia para o outro, e o vinho melhorou, ou seja, use um decantador que este vinho ficará melhor.

No nariz apresenta um aroma interessante, de frutas vermelhas frescas, cereja e com um amargor levemente adocicado, o aroma típico de um borgonha. Na boca não é um vinho muito equilibrado, pois é bastante alcoólico e com amargor acentuado. Tem boa acidez, taninos bem perceptíveis, corpo leve, persistência mediana e pode ser classificado como um vinho fino.

domingo, abril 14, 2013

Hubert Brochard - Pouilly Fumé - França


Branco, Sauvignon Blanc.
2010, Loire.

Esse vinho, no nariz, lembra bastante frutas cítricas, com aroma pronunciado de abacaxi, com um leve toque de amadeirado e defumado.

Na boca, tem acidez bastante acentuada, com leve amargor, corpo leve, persistência mediana.

Um vinho bem simples.





St. Moritz / Barons de Rothschild - Bordeaux - França

Tinto.
2009.



É um exemplo de um vinho de boa qualidade mas que apresenta alguns pequenos defeitos. É um vinho bem feito, mas não é um grande vinho.

Rubi escuro com leves reflexos violáceos. No nariz é um vinho bem interessante, com aromas pronunciados de frutas vermelhas, como cereja e groselha, com um toque caramelado e defumado.

Na boca é um vinho de corpo leve a mediano, pouco tânico, acidez na medida, com alcoól bem perceptível e amargor ao final do gole. É um vinho bastante fino, de persistência mediana e boa impressão final.

sexta-feira, março 29, 2013

Cortello - Aragonez - Portugal

2008.
Tinto.

É um vinho simples que está no limite da idade, com 5 anos. A compra vale a pena, principalmente para tomar acompanhando uma comida simples e rápida, como foi o caso: miojo.

O aroma está interessante, já maduro, amadeirado, com um toque vegetal, salame e couro.

Na boca é um vinho de pouco corpo, pouco tânico, acidez leve e leve amargor. É um vinho ligeiro e equilibrado, mas sem nenhum destaque.

sábado, março 16, 2013

Selbach - Riesling Kabinett - Alemanha

2004. Mosel.
Branco.

Um vinho delicioso, muito bem conservado para um branco de 8 anos. A taxa de açúcar ajuda na conservação, mas o Riesling é um vinho mais propício ao envelhecimento. Foi tomado acompanhando um salmão com molho de maracujá, alcaparras e alecrim. Ficou perfeito.

A cor já está amarelo ouro com reflexos esverdeados,  o aroma tem frutas cítricas, adocicado, com um leve perfume floral e um toque mineral ao fundo.

Na boca é um vinho equilibrado, com açúcar bem perceptível, acidez em decadência e corpo mediano. Tem boa persistência pode ser considerado um vinho finíssimo.

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Chateau Ksara - Cuvée de Printemps - Libano

Tinto. Gamay e Tempranillo.
2010.



O Chateu Ksara é uma ótima vinícola libanesa, que faz vinhos de boa qualidade. Este tem ótima acidez e é bom para acompanhar massas com molho de tomate e carnes grelhadas.

É um vinho rubi claro, límpido e translúcido. Aromas frutados, lembrando goiaba madura, com toque floral e especiarias, mas com álcool bem perceptível.

Na boca é um vinho de corpo leve, taninos destacados, acidez acentuada e com leve amargor. É um vinho bastante fino, equilibrado, com boa persistência e final agradável, mas percebe-se o álcool na boca também.

Boa opção na Empório Europa, Bragança Paulista.

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Morandé Edición Limitada - Syrah / Cabernet Sauvignon - Chile

Tinto.
2007.



É um belíssimo vinho, quase perfeito. Impressionante, tem 14,5% de álcool e ele não é muito perceptível.

Cor rubi com reflexos violáceos, límpido e translúcido. Os aromas são complexos e agradáveis, com frutas vermelhas, lembrando cereja, evidenciando um amargor fermentado típico dos vinhos sul americanos, um toque de pimentão, madeira e uma lembrança de chocolate. Discordamos da descrição do rótulo que sugere baunilha.

Na boca é um vinho com bastante corpo, taninos marcantes, acidez na medida e sem residual de açúcar. É um vinho harmônico, muito fino, com final prolongado e agradável.

Vai muito bem com pratos untosos, mais temperados e carnes vermelhas, mas acompanha muito bem um prato untoso à base de frango, como o strogonoff de ontem que acompanhou este vinho.

Foi presente de aniversario do Degar...

sábado, janeiro 05, 2013

Casa Marchigüe - Cabernet Sauvignon - Chille

Jovem demais, mas daqui há uns anos vai estar maravilhoso. Pode ser esperado uns 5 ou mais. Está intenso demais, precisa descansar.
No nariz é bastante alcoólico, e bem complexo, com aromas bem amplos e intensos, com forte frutado, destaca-se goiaba, especiarias, tabaco, rosas e pimentão.
Na boca é encorpado, tânico, acidez mediana e com certo amargor. É um vinho fino, apesar de parecer mais grosseiro ainda jovem, é equilibrado e bastante persistente.
Guarde alguns anos, você não vai se arrepender.

Caves Santa Marta - Douro - Portugal

Tinto.
2003.

Foi um achado, no Shopping Center Norte, em SP. Compramos a última garrafa, não adianta correr. Estamos dando sorte ultimamente.

O vinho está no auge, com seus 10 anos bem vividos. No nariz é bastante amadeirado, alcoólico, lembrando licor de cereja. Na boca está bem macio, com corpo leve a mediano, taninos já estão bem suaves, mas ainda presentes, com acidez acentuada, mas agradável, sem amargor nem açúcar. É um vinho fino, com persistência moderada a longa.

Ficamos um pouco temerosos com a idade, mas o atendente falou que estava íntegro, e é fato. E ainda dura alguns anos, pelo menos mais uns 2 ou 3.

sexta-feira, janeiro 04, 2013

Corralillo - Syrah - Chile

Tinto.
2010.



O vinho é de muito boa qualidade, com características marcantes, para acompanhar pratos com carnes, frangos e massas de textura mediana e não muito gordurosos. Vai bem com pizzas e petiscos também.

Aromas de frutas vermelhas, lembrando cassis e geléia de jabuticaba,  com toque mentolado e de chocolate e especiarias.

Na boca é um vinho fino, de corpo mediano, bastante equilibrado, mesmo tendo o álcool um tanto pronunciado. É um vinho de taninos medianos, acidez correta, sem residual de açúcar com amargor suave.

Ganhamos este vinho dos queridos Cunhas Fran e Alex. Muito obrigado, foi um ótimo presente.