sábado, agosto 01, 2015

Conde de Valdemar - Espanha

Rosé, 2011.
Rioja.


O vinho foi abrindo seu aroma conforme fomos tomando, mas não colocamos em decantador... ele merece ser decantado!! Já começa a ter algumas leves características de vinho envelhecido.

Tem um aroma bem interessante, apresenta goiaba, pêssego, morango flambado, geléia de frutas vermelhas, floral, vegetal.

Na boca é muito equilibrado, tem acidez acentuada, taninos presentes, retrogosto de goiaba.

Vinho excelente!

quarta-feira, julho 22, 2015

Boscato Reserva - Merlot - Brasil

Tinto.
2005.

Cor rubi, com reflexos violáceos, translúcido, com borda mais clara.

Aromas: madeira, fumo de corda, defumado, leve cereja e cassis. Alcoólico.

Boca: corpo mediano, taninos medianos, acidez correta, amargor leve. Harmônico, equilibrado, fino e com persistência mediana a prolongada.

Boscato Reserva - Merlot - Brasil

Tinto.
2007.

Aroma: frutado, frutas roxas maduras ameixa, defumado, adocicado, floral. alcoólico. Leve amargor.

Corpo mediano a encorpado, com taninos bem presentes, mas não pesados, com acidez na medida, amargor suave.

Persistência longa, bastante equilibrado, fino.

Lindeman's - Shiraz / Cabernet - Australia

2010.
Tinto.

É um vinho básico, com aroma frutado e levemente mentolado. Na boca é um vinho um pouco cansativo, com amargor bem perceptível, taninos medianos, acidez correta e corpo mediano a leve.

É um vinho quase equilibrado, com persistência mediana, para ser tomado acompanhado por comida mais gordurosa.

Não é um vinho altamente recomendável, mas a indicação não é de evitar a compra.

Na mesma faixa de preço existem opções melhores.

Tons de Duorum - Douro - Portugal

2012.
Branco. Viosinho, Rabigato, Verdelho, Arinto, Moscatel Galego Branco

Um vinho surpreendente, com aromas bem interessantes, florais, lembrando flores brancas como o jasmim, e frutados, recordando o abacaxi com um toque adocicado.

Na boca é um vinho muito agradável, com um corpo mediano, final razoavelmente prolongado, bastante fino, mas faltando um pouco de acidez. Talvez se este vinho tivesse um pouco mais de acidez, estaria em um patamar superior.

Este exemplar foi tomado acompanhando um belo salmão ao forno com alcaparras, risoto de camarão com shitake, shimeji e pinhão, purê de batatas e salada de cenoura e palmito. Harmonizou perfeitamente.

Ótima aquisição, feita pela Mamãe no free-shop.

segunda-feira, julho 20, 2015

Estamos vendendo alguns vinhos especiais!!!

Combinaremos o frete!!! Enviem-nos email: annyraquel@gmail.com

Portugueses:

Bons Anos - Douro - 2007 - Tinto - R$ 200,00
Paulo Laureano - Reserve - Alentejo - 2010 - Tinto - R$ 100,00
Mouchão - Alentejo - 2006 - Tinto - R$ 200,00


Franceses:

Chateau Ste Michelle - 2009 - Merlot - R$ 70,00
Château Maromé - 2005 - Tinto - R$ 100,00
Chablis - Albert Bichot - 2012 - R$ 100,00


Italianos:

Chianti Redolo - Riserva - 2006 - R$ 80,00
Chianti Marchese Antinori - Riserva - 2011 - R$ 150,00
Chianti Da Vinci - 2007 - R$ 100,00


Espanhol:

Marqués de Cáceres - Gran Reserva - Rioja - 2001 - Tinto - R$ 150,00


Chilenos:

Toro de Piedra - Gran Reserva - 2010 - Chardonnay - R$ 40,00
Caliterra - Reserva - 2012 - Carmenere - R$ 70,00
Morandé - Edición Limitada - 2007 - Syrah, Carbernet Sauvignon - R$ 120,00
Marques de Casa Concha - 2011 - Chardonnay - R$ 90,00
Anakena - Reserva - 2010 - Merlot - R$ 80,00
Amplus - 2006 - Cabernet Sauvignon - R$ 130,00


Argentinos:

Lurton - Reserva - 2008 - Malbec - R$ 90,00
Ruca Malen - Reserva - 2008 - Petit Verdot - R$ 100,00







sábado, janeiro 03, 2015

Woodbridge - Robert Mondavi - EUA

Califórnia. 2012.
Tinto. Zinfandel.

No aroma tem pimentão e frutas vermelhas, mas predomina o aroma vegetal.

Na boca é bastante tânico, sua acidez é acentuada, tem amargor razoável, corpo mediano e persistência média.

É um vinho fino, equilibrado e agradável.


sábado, dezembro 20, 2014

Luccarelli - Puglia - Itália

2012.
Primitivo. 14ºGL.
Tinto.

No aroma apresenta notas de chocolate, frutas roxas, leve picancia, frescor, tornando-o complexo.

Na boca é bastante tânico, com acidez acentuada e amargor bem aparente podendo ser esse o seu defeito. É encorpado.


sábado, dezembro 06, 2014

Oops - Chile

2013.
Carmenère.

O aroma é bem frutado e alcoólico quando aberto, mas depois de um tempo, evolui bastante e libera aromas de goiaba e goiabada, fermentado, lácteo, tornando o aroma presente e marcante.

Na boca, os taninos são medianos, tem boa acidez e leve amargor, é bem equilibrado, com retrogosto e final prolongados.

Bem interessante, gostamos.


sábado, novembro 22, 2014

Casal del Ronco - Riserva Especiale - Itália

Friuli DOC. 2003.
Tinto. Cabernet Sauvignon.

Esse é um vinho que passou do ponto. Deveria ter sido consumido 2 a 3 anos atrás. No seu auge, deve ter sido um vinho interessante.

O aroma está típico de vinho velho, com amadeirado envelhecido e fumo de corda.

Na boca, a acidez está acentuada e é sua característica mais marcante, os taninos estão presentes, mas tem amargor acentuado, sem equilíbrio. Com corpo mediano, e com certeza, quando mais jovem era mais encorpado. Boa e longa persistência.

Compramos no Supermercado Tetra de Extrema.


sábado, novembro 01, 2014

Vinã Casa Del Bosque - Gran Reserva - Chile

Vale de Casablanca. 2007.
Chardonnay. Branco. 14,5ºG.

Fizemos a compra desse vinho maravilhoso na casa de vinhos do Center Norte, SP. Uma loja para boas compras, principalmente de vinhos que estão no auge para a decadência, como o da postagem. O vinho velho é sempre uma aposta, e essa casa é um bom lugar para isso.

Será a última oportunidade para tomá-lo, até porque estamos indo comprar o restante do estoque e apenas depois disso, faremos a postagem. Preço? R$32,00!

Vamos ao vinho. Logo na abertura, o aroma de mel toma todas as atenções. E segue assim até o final, é a característica mais marcante. Também apresenta aroma que lembra uva passa, com frutado adocicado e pessêgo.

Na boca, sente-se a idade, mas a acidez ainda é boa. O álcool está no ponto certo. Provavelmente, quando jovem, esse vinho era bem alcoólico. Apresenta bom corpo, untuoso, com bastante persistência e leve picância.


Está perfeito.




sexta-feira, outubro 10, 2014

Vietti Nebbiolo Perbacco - Itália

Langue DOC. 2008.
Tinto. 14ºGL.

Esse vinho é um "trem bão" demais.

De altissíma qualidade, está no auge, com aroma de cereja, frutas vermelhas, frescor, mentolado, chocolate, amêndoa, tostado, fruta amarga. Tem aroma bem complexo e muito perfumado.

Na boca, tem retrogosto destacado, acidez perfeita e tanino na medida. Corpo mediano a leve, apesar do tanino presente. Em diversos aspectos, lembra um borgonha, com toque mais amadeirado e cor mais intensa.

Muito harmônico, sem defeitos. Ou melhor, seu defeito é ter apenas 750mL.

Presente de aniversário para o Edgard (sim, tenho bom gosto!).


sábado, setembro 27, 2014

Santa Colina - Brasil

Rio Grande do Sul. 2011.
Tinto. Tannat.

Esse tannat é da região da campana que escapa um pouco das características tradicionais dessa uva. É um vinho rubi com reflexos violáceos e bem translúcido, claro e na boca, é pouco tânico e de corpo leve.

Possui aroma discreto de frutas vermelhas, um pouco de cassis. Tem acidez acentuada e apesar de pouco tânico, seus taninos são presentes, de forma mais discreta.

É um vinho mais ligeiro, sem final prolongado e achamos um bom custo benefício.

Do supermercado Tetra, em Extrema.


sábado, setembro 20, 2014

Vosne Romaneé - Borgonha - França

2004.
Pinot Noir. Tinto.

Compramos esse vinho em 2009. Quando abrimos, já estava com a rolha vazada. Passou do auge, que talvez tenha sido a uns 2 anos atrás.

Mas está fantástico, com aroma de frutas vermelhas, morango e cassis, típicos de um grande borgonha. Também apresenta fumo de corda.

Na boca, os taninos estão bem presentes e a acidez está no ponto. O álcool ainda está perceptível, são 13ºGL. Pela idade, seus taninos impressionam, é bastante persistente, um vinho sensacional. Envelheceu com a elegância de um borgonha, ganhou características de um grande vinho.

domingo, setembro 14, 2014

Cordon D'or Premium - Cabernet Sauvignon - Brasil

2009.
Tinto.

Aroma de frutas vermelhas adocicadas, com toque mentolado. Bem alcoólico no nariz.

Na boca tem corpo mediano, acidez acentuada, taninos medianos e um retrogosto pronunciado, com pitanga e toque de perfume floral. É um vinho fino, quase equilibrado, com final mediano.

Foi degustado com frango e verduras, pirão de lentilha com arroz.

sábado, agosto 30, 2014

Cartuxa - Reserva - Portugal

Evora, Alentejo. 2009.
Alicante Bouschet, Aragonez. Tinto.

O aroma é fresco, levemente floral e perfumado, lembra grama cortada, ameixa, fruta roxa, chocolate, com o aroma alcólico perceptível, tem 14,5º.

Na boca é excelente, com ótima acidez, taninos e amargor na medida. É bastante persistente e bem harmônico, sem defeitos. Ainda envelhece uns 5 anos.


sexta-feira, agosto 22, 2014

Zonin - DOC - Itália

2010.
Tinto. Valpolicella.

No aroma sentimos frutas vermelhas frescas, álcool bem presente. É um aroma simples.

Na boca é um vinho de corpo mediano, amargor acentuado, acidez correta, taninos leves, mas perceptíveis e também tem a picância alcoólica no retrogosto.

É um bom custo-benefício no Spani, Atibaia.


sábado, agosto 09, 2014

Loma Larga - Cabernet Franc - Chile



Vale de Casablanca. 2006.
Tinto.

Um grande vinho chileno.
Seus 14,5º de teor alcóolico ainda estavam bem presentes, sendo pequeno 'defeito' do vinho, mas também sinal de que ainda pode ir longe, talvez mais uns 5 anos.

O aroma apresenta-se complexo com anis, cassis, frutas vermelhas, vegetal, manjericão, ervas, frescor, mas também fumo de corta, chocolate, defumado.

Na boca está muito harmônico, com acidez acentuada, mas na medida, taninos bem presentes, residual amargo no limite, encorpado, com final prolongado.

Adoramos!!

Dos amigos da Adega do Vinho, de Brasília.

domingo, julho 27, 2014

Bouchard Père & Fils / Nuits-Saint-Georges - Borgonha - França

Château de Beaune. Côte-d'Or
2008.


Poesia em forma de vinho. Um Borgonha.

Um vinho chegando no auge, que aguenta bem mais um 3, 4 ou mais anos. Um belíssimo vinho, com aromas de frutas vermelhas, compota, madeira, e toques florais intensos, lembrando rosas.

Na boca é harmônico, com taninos marcantes, sem exageros, acidez na medida, e corpo leve, como se deve esperar de um Côte-d'Or. É um vinho sensual e feminino, para ser apreciado sem pressa, em ocasiões em que o vinho é o centro das atenções.

Este acompanhou arroz, creme de milho e frango incrementado com creme de cebola, alho-poró, alcaparras e uvas passas.

Pena que acaba.

quarta-feira, abril 30, 2014

Cabeça de Toiro Reserva - DOC DoTEJO - Portugal

2008. Tejo.
Tinto. Touriga Nacional e Castelão

Esse vinho foi presente do Edu, pai da Anny e sogro do Edi. Foi um ótimo presente, muito bem escolhido.

O aroma é de frutas roxas, ameixa, também com floral e vegetal, toque adocicado.

É um vinho bastante potente, com seus taninos e acidez bem presentes, deixando ainda bastante jovem e com provável guarda de uns 4 anos apesar de seus 6. Para se revelar deve ser deixado ao menos 30 minutos em decantador.

Na boca tem amargor presente, é encorpado e presistente, com final equilibrado, apesar da característica ainda jovem.

É um bom vinho, que vale a pena ser guardado um tanto mais.

domingo, fevereiro 09, 2014

Fonte Mouro Reserva - Alentejo - Portugal

Onze anos para um vinho é bastante, mas este aguentou. Já não mais no auge, mas ainda muito interessante, ainda fascinante. Mas passou um pouco... 2 anos atrás estaria perfeito.

No nariz apresenta os aromas típicos dos vinhos velhos, com amargor, madeira molhada, fumo de corda, com resquícios frutados, lembrando cassis e ameixas, com toque de herbáceo e salgado.

Na boca sua acidez está acentuada, com taninos ainda bem presentes, mas com equlíbrio um tanto comprometido pela idade. Tem um corpo mediano a encorpado, final bastante longo.

Pois bem, passou do seu tempo, mas está muito interessante para quem gosta de vinho antigo.

sábado, dezembro 28, 2013

O que você deseja para o ano que vem?

As pessoas desejam, e seus desejos movem o mundo.

Nietzsche chamaria de vontade, do imperativo da vontade, ou de "vontade de poder" segundo seus interpretes nazistas. Deleuze e Guattari mataram a charada: são os fluxos desejantes que orientam as ecologias subjetivas, que complementam as ecologias ambientais e sociais. Sem o equilíbrio da subjetividade humana, nada se equilibra em nosso ecosistema.

As pessoas desejam mal, bastante mal... desejam apenas sua sorte pessoal, sua vitória, seu sucesso.... Seu, Sua... Tudo na primeira pessoa do singular. Nada Nosso, nada Coletivo, esquecendo principalmente das gerações futuras, que nunca figuram entre os desejos das pessoas para além do seus próprios Filhos, ou quiçá Netos.

Se uma decissão for colocada como crucial para o coletivo e para o futuro da humanidade, o indivíduo típico vai dizer: "que se dane essa balela, eu quero é a minha Ferrari, e eu quero hoje, porque a vida é curta..."

Enfim, os males da humanidade não se reduzem ao regime político, ao sistema econômico, ao equlíbrio ambiental, ou ainda a repressão de gênero, classe, etnia ou opção sexual, apesar do enorme poder de dano destes todos.

O que marca o fracasso final da humanidade são os seus fluxos desejantes individualistas, e ao desejo de cada um para a sua própria vida.

E você, o que deseja para o ano que vem?

Las Moras - Black Label / Bonarda - Argentina

Este é um vinho bastante interessante, que não é caro e acompanha bem diversos pratos, principalmente massas com molhos intensos e carnes untosas e de sabores marcantes.

No nariz é um vinho simples, mas com aroma volumoso, puxando para frutado e mentolado, mas com um toque floral e resquícios de chocolate.

Na boca apresenta um corpo voluptuoso, uma acidez correta, taninos firmes, amargor na medida, resultando em um vinho equilibrado e com boa persistência.
Ele passou raspando para ser um vinho 4 estrelas, mas ganhou as 4. Ou seja, é um excelente custo benefício. Este vinho é bastante apreciado pelo querido amigo Hilmar Moraes.

quarta-feira, dezembro 25, 2013

Stell Cape - Selection Red - África do Sul

2010.
Tinto. Cabernet Sauvignon, Sirah e Merlot.



Um vinho agradável, mas bastante comum. Pode ser tomado no dia a dia, mas não em uma ocasião especial, como se fosse um bom vinho.

No aroma é fresco, verde e picante, de maneira direta e voluptuosa. Na boca é picante, ácido talvez em demasia e com taninos discretos. Tem persistência mediana, mas não muito agradável.

Não sabemos o preço, pois ganhamos, mas não deve ser uma boa compra.

domingo, dezembro 15, 2013

Colonia Las Liebres - Bonarda - Argentina

Tinto.
2012.

Um excelente custo benefício. É um vinho bem acessível mas bastante fino, que pode ser tomado no cotidiano e apresenta uma qualidade bastante boa para os vinhos dessa faixa de preços.

No nariz tem aroma agradável, com bom volume, um pouco alcoólico, evoca frutas roxas e sensação de doçura, lembrando padaria e frutas cítricas (para brindar a época e deixar os leitores sugestionados),  mas com um toque vegetal no final.

Na boca é um vinho de corpo mediano, taninos suaves porém marcantes, acidez na medida, amargor bem suave e álcool perceptível. É um vinho bastante equilibrado, com persistência mediana a longa e retrogosto acentuado.

Tomamos acompanhando um arroz com carneiro e cogumelos, e um "bife" de Shiitake enorme, feito no forno, embrulhado com papel alumínio e temperado com manteiga, molho tarê, molho de ostras e salsa.

sábado, novembro 30, 2013

Piccini - Memoro - Itália

Tinto. Chianti.
2012.

Não é todo dia que encontramos um vinho da família, então, quando encontramos, temos que prestigiar.

E melhor, é um vinho fantástico, muito interessante mesmo. De aroma bastante complexo, com frutas roxas maduras, cassis, um toque adocicado, defumado e com um leve perfume floral.

Na boca tem bom corpo, taninos equilibrados, acidez correta e um amargor acentuado no final, mas que não chega a ser excessivo. É um vinho bastante equilibrado, muito fino e com um final longo e bastante agradável, apresentando um retrogosto interessante.

Tomamos acompanhando queijo Brie, damascos e salame. Combinou muitíssimo bem.

sábado, novembro 23, 2013

Zanrosso- Cabernet Sauvignon - Brasil

Tinto.
2010.

Deixe seu preconceito de lado, pois existem excelentes vinhos nacionais, e este é um deles.

No aroma tem presença de fumo de corda, defumado, mentolado e frutas vermelhas. Ao final lembra um pouco de salame.

Na boca tem retrogosto marcante, bons taninos, acidez correta e amargor leve. É um vinho harmônico, com final longo, bastante fino e encorpado.

É um vinho muito interessante, bem marcante, que vale a pena conferir.

domingo, novembro 17, 2013

Dom Gollise - Merlot - Brasil

Um vinho brasileiro bastante interessante, com aromas bem supreendentes. No nariz é complexo, com aromas de frutas roxas, defumado, lembrando fumo de corda, couro e um leve toque vegetal.

Na boca é um vinho interessante, equilibrado, com final longo, acidez correta, taninos um tanto suaves e amargor bastante acentuado, característica que não o deixa ser um vinho superior, mas que não o transforma em um vinho vulgar, muito pelo contrário.

Deve ser degustado com um prato temperado, a base de carne vermelha untosa, ou massas, mas deve-se ser evitados pratos com temperos sutís e muito suaves, sob pena de o vinho obliterar o prato.


Ps raivoso... O teclado wireless Motorola é uma BOSTA!!! Havia escrito uma postagem muito interessante, mas um problema (recorrente) no teclado me fez perder. Esta acabou sendo mais curta por pura raiva da Motorola.

segunda-feira, outubro 28, 2013

Monte Mayor Crianza - Utiel-Requena - Espanha

2009.
Tinto. Tempranillo, Granacha.

Um vinho com custo benefício muito bom. Feito para ser tomado com pratos leves e em momentos descompromissados.

Aroma generoso, bastante vegetal, mentolado, frutas vermelhas, com um leve toque de defumado, mas bem pouco.

Na boca é um vinho com acidez acentuada, taninos bem presentes, sem exageros, final levemente amargo, e com álcool  perceptível e um tanto destacado. Tem boa persistência e é equilibrado, com retrogosto mediano.

domingo, setembro 08, 2013

Feudo Monaci - Anglianico - Itália

2007.
Anglianico. Tinto.

É um vinho interessante, barato para a qualidade, e que combina bastante com massa ao molho de tomate e linguiça bragantina, como este foi degustado. Não é um vinho de primeiríssima linha, mas dá para se divertir bastante, se quiseres...

Tem aroma amadeirado, com frutas roxas, notas florais, talvez violeta e fumo de corda. O aroma não é muito intenso, mas no decantador ele abre o suficiente para ser decifrado.

Na boca tem acidez acentuada, mas sem exageros, os taninos estão  presentes, e tem amargor bastante perceptível. Seu corpo é mediano, é um vinho equilibrado e com persistência mediana a longa.