terça-feira, abril 27, 2010

Matrai – Pinot Noir – Hungria

Nagyrede, Gyongyosi, 2007
Tinto, Pinot Noir

Um Pinot Noir húngaro é bem chamativo, não é? Compramos empolgados com a promoção e ocasião: seria um vinho irreverente? Bom, como adoramos vinhos diferentes e de lugares inusitados, fomos com toda sede ao pote!

Porém, a realidade foi dura conosco... reparem no rótulo abaixo: conseguimos ler, em letras minúsculas, a procedência (Hungria), mas ignoramos as palavras “suave” e "sobremesa" escrita em letras garrafais. Claro que não esperávamos um vinho de sobremesa. Como vinho adocicado não gostamos, achamos enjoativo e nossos botões suspeitaram da chaptalização.

Mas como presepada também é cultura, ficamos curiosos sobre a tradução do rótulo. Antes de abrir imaginamos que seria algo como: "2007 foi um ano excepcional no qual aliamos tecnologia e tradição para a produção de um vinho fantástico."

Depois de tomar o tradutor do Google nos informou: "Doce vinho de qualidade. Selecção vintage e tecnologia exclusiva fez especialidade vinho doce. Recomendamos o consumo de sobremesas." Se soubéssemos húngaro já esperaríamos um vinho docinho, docinho.

Deve ser servido bem quente com pedaços de maçã. Harmoniza bem com pipoca, paçoca, pé de moleque, cachorro quente e quentão. Combina com ambiente decorado com bandeirinhas coloridas ao som de quadrilha.

2 comentários:

Anônimo disse...

Isso mostra sua total ignorãncia. minha sugestão é que vc comsuma um sangue de boi.Faz mais jus ao seu conhecimento sobre vinhos.

Anônimo disse...

Adorei seu comentário!